O início das aventuras de Adriene, minha esposinha

O início das aventuras de Adriene, minha esposinha

Adriene, quando casamos, já era excessivamente atraente. Loira falsa, 1,70 de altura, 64 kg, rosto bonito, seios e quadris 44, cinturadinha, coxas grossas, pernas e pés bonitos, era uma mulher linda. Carinha de criança, apesar de ter vinte e poucos anos, mas corpo de fêmea já adulta. Deliciosa na cama, fazia tudo o que eu, seu marido há poucos meses, pedia. Chegou, um dia, com carinha de safada, e disse que queria conversar comigo. Contou que sempre teve a fantasia de transar com dois homens ao mesmo tempo (o que mais tarde eu descobriria que ela já havia feito – e muito), se eu deixaria. Fiquei excitado com a idéia, e disse a ela que concordaria, mas teria que ser com alguém de confiança do ponto de vista de sigilo, e de higiene sexual. Ela concordou e ficamos de pensar no assunto. A pessoa que me ocorreu foi um amigo meu, de muitos anos, que preenchia os dois requisitos de confiança. Quando comentei com ela, ela adorou a idéia e ficou excitadíssima com a escolha, pois ele é um cara extremamente bem apessoado.

Fui conversar com ele, que adorou a idéia, o que não me causou estranheza, pois ele sempre se mostrou interessado nela. Marcamos um sábado pela manhã, para que ele fosse em casa.

Neste dia, ele chegou, e ficamos sentados conversando, na sala, até que ela aparecesse.

Logo ela apareceu. Estava de micro saia preta de cotton, bem colada no corpo, sandálias de salto 10, também pretas, e uma blusa de linha branca, com um decote bem generoso, a lingerie preta, bem provocante, aparecendo por baixo. Os dois se beijaram no rosto, e ela veio se sentar perto de mim, os três extremamente excitados, mal conseguindo conversar. Conversamos amenidades, e depois eu comecei a chegar ao que nos interessava: “Jorge, você viu como ela está bonitinha?” Sorrindo, com cara de lôbo faminto, ele respondeu, “realmente, está muito bonitinha”. E eu continuei, “olha como o pezinho dela é bonitinho”, e pus o pé dela por cima do braço do sofá em que estávamos, que estava encostado na poltrona dele. Ele respondeu, “realmente, muito bonitinho”, e começou a acariciar o pezinho dela. “E veja, a perninha também é linda e macia”, e ele aproveitou a deixa, começou a acariciar a perna dela, confirmando que realmente era linda e macia. E eu continuei, “e ela tem coxas muito macias”, acariciando as coxas dela. Aí ele se levantou, se joelhou no chão na frente dela e começou a acariciar as duas coxas dela, levando a micro saia mais para cima do que já estava e, de vez em quando, relando suavemente na xoxotinha dela. Carinhosamente, eu abri as pernas dela para que ele a acariciasse, o que ele começou a fazer, inicialmente por cima da tanga fio dental, e logo puxando-a para o lado, acariciando-a diretamente na xoxota. Rapidamente, ela acabou de abrir as pernas para que ele a acariciasse a vontade, foi se encostando no sofá, abrindo cada vez mais as pernas, enquanto ele metia um dedo em sua bocetinha, e ela pedia mais, depois mais de dois, e finalmente mais de 3, quando já estava toda arreganhada para ele, ainda de joelhos diante dela, com grande parte da mão dele enfiada dentro dela, enquanto ela se retorcia toda, e ele continuava a masturbá-la, com toda vontade, fazendo com que ela tivesse ali seu primeiro gozo com ele. Em seguida, ele a pegou pela mão, e a convidou a se levantar. Ficaram os dois se abraçando, se beijando, e ele encoxando ela, por trás e pela frente, e dizendo a ela que há muito tempo ele esperava aquilo. Entre amassos, abraços e beijos, ele tirou toda a roupa dela, deixando-a só com as sandálias de saltos 10, colocou-a sentadinha no sofá, e deu seu cacete para que ela mamasse, o que ela começou a fazer cheia de vontade, até que ele encheu a boquinha dela, e ela engoliu tudo. Foi até o banheiro, desfilando deliciosa só de saltos, lavou o rostinho, passou pelo quarto, vestiu um baby doll e voltou para a sala. Ele já havia me pedido licença, eu o encaminhara ao quarto de hóspedes, aonde ele deixara toda sua roupa, voltando para a sala só de cueca – aliás, bastante volumosa. Quando ela chegou, estava ele de cueca, e ela volta toda provocante, com um baby doll salmão, todo de renda, que eu havia dado a ela, e com outra sandália de saltos 10, agora creme, provocantemente amarrada por tiras até quase o joelho. O detalhe do baby doll é que ele não tinha calcinha, por isso dei de presente a ela. Todo transparente, por ser de renda, e sem calcinha, adivinhem como Jorge ficou, de novo… Excepcionalmente teso! Mal chegou à sala, ela se sentou ao lado dele, cruzou as pernas, deixando as deliciosas coxas a mostra, e começou a conversar como se nada houvesse ocorrido, os seios aparecendo quase inteiros. Ele, completamente teso, ela logo começa a acariciar o cacete dele por cima da cueca, conversando como se nada estivesse acontecendo, e logo depois pega direto nele, dentro da cueca, e começa a punhetá-lo. Ele a abraça, começa a beijá-la, acariciar os seios dela, e novamente enfiar a mão na bocetinha dela, totalmente desimpedida. Logo, ela arranca a cueca dele, ele tira o baby doll dela, e como não estão aguentando mais, vamos os 3 para a cama, em nosso quarto. Na cama, os dois se engalfinham, se beijam, se acariciam, e se masturbam, até que ela pede a ele: “penetre meu rabinho”, e põe-se de quatro, oferecida a ela. Passo a ele o frasco de ky, ele passa nele e nela, e a enraba, enquanto ela geme e se delicia, elogiando … “caralhão gostoso”, e continua gemendo, enquanto ele soca vigorosamente no rabinho dela. Logo, ela pede que eu entre por baixo, e pegue sua bocetinha, o que faço rapidamente. Levando na frente e atrás, ela fica enlouquecida, até que gozamos os três, quase ao mesmo tempo. Ela despenca na cama, desengata dos dois machos, e fica deitada, comentando, virada para ele, “como foi bom, sua pica é uma delícia”. Eles se abraçam, ficam se beijando, ela de costas para mim e dando toda atenção para ele. Logo, começa a acariciá-lo, primeiro pelo corpo todo, e depois se fixa no pau dele. E ele começa a enfiar, de novo os dedos na bocetinha dela, para o que ela abre bem as pernas, para facilitar. Começam a cochichar, os dois, e logo ela se vira para mim e pede se eu posso ir até a cozinha, pegar um tubo de leite condensado, e depois dar um tempo para os dois, e ficar na sala um pouco. Concordo, pego o que ela pediu e vou para a sala. Depois de umas duas horas, ele aparece na sala vestido, se despede de mim, e vai embora. Ela então me chama no quarto, e pede que eu me deite do lado dela. Está ainda nua, bem melada de porra por quase todo o corpo, marcas vermelhas de chupões, bocetinha bem vermelha por fora, tem também marcas de mordidas nos ombros, nos seios, na barriga e na coxas, no lado de dentro. Eu deito e ela me beija demoradamente, gosto forte na boca, que ela vai passando para a minha boca, junto com saliva. Pede, em seguida, que eu chupe sua bocetinha, o que faço com prazer, por bastante tempo, ela gozando mais duas vezes. Quando termino, ela pergunta: “percebeu que o gosto da minha boca era o mesmo da minha bocetinha? ” Respondo que sim, ela diz, “é de porra do meu garanhão, depois que você saiu do quarto, trepamos mais 4 vezes e não usamos camisinha, e de agora em diante será assim. Ele foi muito gostoso, muito viril, muito macho comigo, e não tive como recusar. Ele disse que se quisesse continuar ficando com ele, teria que ser sua cadelinha sempre que ele quisesse, nada de camisinha, teria que ficar ou sair sozinha com ele, sem você, e quando eu quisesse outros machos, ele chamaria amigos dele. Levou minha aliança embora, e disse ainda que ia mandar fazer uma igual, mas com o nome dele gravado, para eu usar. Dos vários machos que já me pegaram, ele foi o melhor, me deixou louca, e aceitei todas as condições dele. Portanto, a partir de hoje, você será um corno, nesta casa, querido e bem tratado, mas esperando, quando necessário, que sua esposinha atenda o garanhão dela e os amigos dele, e se acostumando a me encontrar com gosto de porra, concorda?” E concordei…