No buteco da estrada

No buteco da estrada

Sou uma mulher que trepa muito!!
Gozo com tesão, e adoro dar!!!
Cuido do meu corpo, pq gosto de chamar a atenção…
Sou bi, e se o assunto for trepar eu topo!
Morena alta, olhos azuis, corpo bem cuidado, seios naturalmente grandes, bunda grande…
Cabelos longos, pq gosto de dar de 4, e sentir o macho puxando meu cabelo, como uma égua sendo cavalgada!
Numa viagem de férias, com alguns amigos, resolvemos encostar num desses bares de beira de estrada.
Eu, Ana ( loirissima delciosa, que chupa como poucas), Alex ( namorado de Ana, que come um rabo como ninguém, gozo sempre com ele) e Roberto ( meu macho atual, que fode de enloukecer).
Resolvemos ir num carro só, pra poder fazer nossas putarias, trepei muito!
Usavamos poucas roupas, pois era verão, e pra facilitar as fodas.
No buteco sujo, fomos ao banheiro, eu e Ana, estava com mto tesão, e apesar do cansaço, começamos a nos beijar dentro do banheiro, logo ela estava chupando minha xana, eu gozava e gemia alto.
Alex entrou pra ver o que acontecia, e logo ficou de pau duro, mas não participou, só avisou que as pessoas estavam assustadas com tanto gemido…
– Não devem trepar muito por aki – disse ele rindo. – Vamos comer algo, enqto esperamos por vc….
Ana se levantou, chupei-a em retribuição e tesão, e qdo estavamos saindo, vi que um rapaz de uns 19 anos, nos espiava…
Chamei-o, e perguntei se ele keria me fuder!
Ele ficou vermelho!
Era um garoto lindo, grande, forte, e pelo jeito timido…
– Ana, vai lá e avisa o Beto que eu vou demorar um pouco mais…
Ana riu e foi…
Puxei o garoto para perto de mim, e o beijei, seu pau estava duro, nitidamente teso, sem perder tempo, desci até seu pau, e o mordi por cima da bermuda…
Abri o zipper, e qdo saltou para fora akela vara, que era maior que a do meu namo, surtei!
Cai de boca, e o garoto gemia…
– Isso!! vai sua putinha!!
– Continua me xingando, vai! Vc é mto macho, não é?! Kero ver vc ma fazer gozar!!
Chupei a cabeçorra, e tentei engolir toda a pica, mas não consegui, era enorme!
Tirei toda a bermuda, e ele tirou a camiseta, onde pude ver o peito bem definido!
Ligeiramente bronzeado…
– Que gato vc é! Que delicia!
Ele sorria um sorriso enloukecedoramente timido!
Ele me ergueu na bancada da pia, ergueu minha saia, afastou minha calcinha e passou a me chupar, lambia meu grelo como se fosse um doce, com desejo, com fome!!
Metia a lingua lá dentro, lambia meu cu..
– Hum delicia de lingua…. aaaiiiii continua.. isso vai… – gemia eu, enqto apertava a cabeça dele de encontro a minha buceta…
– Que gostosa, hummm que cheiro delicioso! Sua puta, vc é a melhor bisca que eu já chupei!
– Então me fode, e eu vou te provar que sou a melhor piranha que vc já comeu!
Peguei uma camisinha na bolsa( prevenida sempre) e colokei no seu pau enorme e grosso…
Ele me beijou, e me colocou de costas…
Sem pensar duas vezes, meteu tudo até o fundo!
Gozei na primeira estocada dakele pau…
Vi pelo espelho que Roberto me observava, e que da mesa onde ele estava podia me ver bem…
Por baixo da mesa ele tocava seu pau…
Me deu mais tesão ainda,
O garoto socava, puxava meu cabelo, me xingava…
Então eu disse: “não goze!Kero que vc arrombe meu cu!”
O garoto parou imediatamente e começou a lamber e molhar meu cuzinho pra meter…
Então ele começou bem devagar…
Com medo…
– Vc nunca comeu um cu? – perguntei!
– Não, as moças aki não gostam de dar o rabinho! – disse ele com tanto tesão na voz, que mal conseguia pronunciar as palavras…
– Então eu vou te ajudar! – disse eu abrindo o rabo com as mãos, e facilitando a enterrada! – Agora mete e bomba!
Ele meteu e bomboou, estava tão teso que logo gozou, mas eu tb gozei com ele.
cansada, me joguei na pia.
Ele riu, tirou a camisinha, e lavou-se na pia ao lado.
Me beijou deliciosamente, e agradeceu a foda!
Sai do banheiro e ele logo depois, todos ali perceberam o que havia acontecido.
PErcebi os olhos gulosos dos motoristas pra mim… E a inveja do garoto.
Beijei Roberto, que sorriu, e perguntou:
– Foi bom!
Apenas ri, e disse:
– o que vc acha?
Comi algo, e saimos.
Nunca mais vi o garoto, não sei quem era, mas com certeza deve ter sido inesquecível pra ele.

Minha vadia chorou na rola do Negão

Minha vadia chorou na rola do Negão

Sou Luis minha esposa Ana Julia fomos para Santos-Sp litoral de São Paulo Em um congresso, minha esposa uma Morena 1,75 alt 70 kg cintura fina com 125 cm de quadril espetaculares onde passo homens a comem com os olhos, homens de todos tipos Brancos, Negros, gordos, fortes etc… Depois do congresso fomos a Praia aproveitar o passeio chegando la tomamos um cerveja e foi quando reparei um homem negro magro de oculos meio careca não era feio não mais tipo tiosinho uns 41 anos puxou papo com a gente e convidei-o para sentar-lhes conosco ai fomos conversando papeando entre uma cerveja e outras surgiu-se um papo de sexo esse Amigo começou a elogiar minha esposa fiquei na paz e ja comecei fantasiar perguntei a ele se ele aguentaria minha esposa com todo aquele rabo ele sorriu e retornou a pergunta “Será ela aguentaria minha rola de 26 cm e muito grossa” comecei a rir ela tbem pq um ” Tiosinho ” magrinho, NÃO TERIA UMA ROLA DAQUELE PORTE foi quando ele nos convidou para olhar abaixo da mesa e ver o volume do pau pelo shorts pois o mesmo ja estava com pau duro com a conversa, foi quando minha esposa e eu disfarçadamente olhamos para baixo e não acreditamos no que vimos minha esposa tremeu todinha e sua xaninha encharcou e eu ja imaginando ele fodendo ela ficamos meios sem palavras e sem o que falar, o negro disse pago o motel vamos? Nossaaaa meu pau foi quem ficou duro imaginando um rabo GG contra uma rola estilo a do ator porno SHANE DIESEL igualzinho quem duvida que entre no google e pesquise ja bati muita punheta vendo os filmes desse cara e agora na frente de ver minha esposa sendo possuida por um pau daquele tipo só perguntei a minha amada mulher se ela toparia ela sem jeito e com medo disse ” vc quem sabe” falei, então vamos eu estava louco pra ver ela chupando esse pau.
Chegando no motel minha rabuda ficou de 4 e disse vem me chupa de 4 vem!!! ja saquei minha maquina fotografica e começei a tirar fotos, o Negro começou a chupar a xaninha e seu cuzão delicioso ela gemia demais logo ela se sentou na cama e segurou seu pau para chupar, ela quase que desistiu quando sentiu o peso do cacete parecia um cavalo ela ficou uns 15 minutos chupando seu pau eu ja estava quase gozando de bater punheta quando ele colocou ela de frente e penetrou na sua bucetinha depilada e rosada parecia que iria rasga-la ao meio meteu muito e forte virou ela de 4 e começou a meter forte segurando na sua cintura de pilão ela gritava demais, e eu a perguntei ta doendo? quer parar? ela gritando dizia “NÃO PARA TO GOZANDO COMO NUNCA, FALA PRA ELE NÃO PARAR AMOR FALA????” fiquei falando para ele “VAI METE NESSA RABUDA SAFADA ELA ADORA ROLA GRANDE E GROSSA PRINCIPALMENTE DE NEGROS” Ele foi la e falou pra ela quero seu cuzinho? ela gritando disse ” COME O QUE VC QUISER SEU SAFADO ROLUDO” foi quando ele começou a preparar o cuzinho dela com os dedos e começou a introduzir sua imensa rola aos poucos e minha vadia não para de gritar nem sequer um segundo gozava rios chegava a pingar na cama de tanto tesão,
Foi quando ele enfiou a cabeçona, ela arreganhou a bunda com as mãos e ele meteu fundo e forte sem dó por uns 10 minutos ela não aguentava mais gozar ja tinha perdido a conta de quantas vezes tinha gozado, ele anunciou o gozo e encheu a boca dela com muito leite farto grosso e branco ela bebeu tudo e eu meti nela um pouco ja estava toda arrombada tanto na buceta qnto no cu ficamos felizes e pegamos seu numero do cel para podemos sair mais vezes espero que gostaram da história abraços a todos e um beijo da morena vadia e rabuda.

Liberei Minha Esposa para Escolher

Liberei Minha Esposa para Escolher
Meu nome é Ítalo e o de minha linda esposa é Mary. Somos casados há oito anos e o erotismo sempre foi muito forte entre nós dois. Sou um marido que realmente admira a esposa que tem. Ela é morena clara, magra, porém com tudo em cima. Um bumbum que dar agua na boca, empinadinho e durinho. Seis pequenos com biquinhos médios e rosadinhos, um tesão de esposa.
De algum tempo pra cá, durante nossas transas, comecei a imaginar como ela se comportaria em uma transa com outro homem, ficava de pau muito duro imaginando ela cavalgando em outro pau, mamando em outro cacete, recebendo leitinho na boquinha igual faz comigo. Como bom apreciador de uma bela sacanagem, revelei meu segredo a ela durante uma de nossas transas anais, que por sinal ela faz muito bem, pois aprecia uma boa enrabada com pegada forte. Para minha surpresa ela me disse que também já havia imaginado isso, que tinha gozado comigo imaginando uma transa com outra pessoa. Deixei a coisa amadurecer e sempre quando ficávamos bem íntimos conversávamos sobre isso e ela ficava muito excitada, gozando como louca quando falava ao seu ouvido que queria que ela transasse com um bem dotado, para arrombar aquela bucetinha que ate então havia sido só minha, que queria ver como ela se comportava com outro macho a comendo. Ela revelava seus desejos mais ousados nessas situações, suspirava ao meu ouvido quando fazíamos sexo anal, falando que a bocetinha estava piscando e querendo pau também, que queria outro macho junto comigo pra fodê-la bem na minha frente enquanto chuparia meu pau.
O desejo foi esquentando, a vontade de ver outro possuindo ela aumentava e comecei falar que ela poderia escolher alguém que lhe despertasse tesão e quem sabe, transar com ele sozinha para depois dividirmos ela numa transa bem louca. Ela topou e daí em diante nossas transas foram regadas de muita cumplicidade nesse assunto, ela me dizendo que queria ser possuída por outro bem dotado e eu imaginando a cena e explodindo de tesão dava asas à imaginação e queria realmente vê-la na pica de outro macho.
Pois bem, algumas semanas após surgiu a oportunidade. Ela iria fazer um curso de férias de uma semana em uma cidade distante. Percebi que estava se preparando para o ato, pois dias antes depilou-se toda, tratou do visual e ficou parecendo uma menininha de dezoito anos. Fizemos sexo por algumas vezes durante esses dias, ela toda lisinha, deliciosa, chupei ela de todas as formas e fui chupado com maestria. De retendo de gozo ela me dizia que iria fazer sexo sozinha durante a viagem, que queria ser possuída por outro e que estava doida para sentir um volume maior em suas entranhas.
Dei carta branca a ela. Disse, vai, depois você me conta durante nossa transa.
Três dias após ter viajado ligou-me no celular à noite, por volta das 20 horas, dizendo que estava no shopping da cidade e que iria se encontrar com um dos professores do curso, que havia conquistado ele no dia anterior, quando saíram para jantar com umas amigas e que estava trêmula de tanto tesão. Perguntou-me se estava realmente liberada e apenas disse-lhe que se fosse para ter prazer e lhe fizesse bem não teria do que se arrepender, dizendo-lhe ainda que eu queria que outro experimentasse a gostosa que eu tinha em casa. Antes de desligar ela disse que na noite anterior havia trocado beijos com o tal professor quando deixou-a no hotel e que havia sentido que valeria a pena, pelo volume sob a calça.
Fiquei louco de tesão e me acabei numa longa e extensa punheta,imaginando minha potranca sentada na pica de outro cara, cavalgando como faz comigo.
Dormi por volta das 23 horas e fui acordado na madrugada, pelas 03 da manhã, com ela com a voz embargada, com voz de putinha que levou muita vara, dizia-me que havia feito o que me falou e que eu nem imaginava o que havia acontecido, que tinha feito sexo como uma prostituta, foi possuída sem dó nem piedade pelo professor. Perguntei se ela havia gostado e falou que havia feito o papel de prostituta, deixando-se ser possuída por um estranho e que isso lhe havia proporcionado gozos múltiplos.
Perguntei o que havia rolado, e ela limitou-se a dizer: “tudo” sem me dar detalhes maiores sobre o ato. Quis saber e ela não me contou, disse que ainda tinha dois outros dias para ficar no curso e desligou, dizendo-me “sua esposinha foi bem comida por um dotado, como vc queria”, e desligou.
No dia seguinte, pela parte da tarde, após o término da aula liguei várias vezes e ela não atendeu. Imaginei que não tivesse visto a ligação, mas minutos após retornou e disse que não podia atender naquele momento, que eu ligasse mais tarde. Como pediu, após um tempo liguei novamente e atendeu dizendo que havia acabado de chegar do hotel em que o professor estava hospedado, que havia ido lá pra fazer sexo com ele em sua cama, que havia consumado mais um fetiche meu, o de outro meter naquele rabinho apertadinho que ate então somente eu havia penetrado. Fiquei louco por saber mais detalhes e recebi um convite inesperado. Pediu-me para ir até a cidade onde estava para transarmos eu ela e Marcel, o professor, que o cara era bacana e topava um menage junto comigo.
Como bom marido e bom sacana fui no dia seguinte, no último dia do curso e cheguei à tarde, próximo do final da aula para recebê-la. Assim que acabou vi que vinha acompanhada de um rapaz um pouco mais alto que eu , mais novo e de corpo normal. Apresentou-me pelo nome de Marcel, ela disse que estava esperando que eu vinha para sairmos mais à noite.
Fomos eu e ela para o hotel em que estava hospedada e ao chegarmos, num longo e demorado beijo de língua falou–me ao ouvido que o professor havia trepado muito com ela, que ele a havia comigo como uma puta, que o pau dele era bem grosso e duro, que havia adorado um volume maior na buceta. Fiquei excitado e a comi ali mesmo na sala do apartamento, despi sua roupa e pude ainda ver as marcas de arranhadas pelas costas, coloquei ela de quatro e abri sua bunda, percebi que seu rabinho estava mais aberto que o normal e comecei a bombar na buceta, segurando ela pelos cabelos e perguntando detalhes das transas com o professor. Foi se abrindo aos poucos, ele a havia chupado desde os dedos dos pés, colocado o pau e sua boca e bombado forte fazendo ela chupar mesmo sem querer. Cavalgou o pau dele sem dó, era grosso mas o tesão fez lubrificar bem sua bocetinha apertadinha que até então somente eu metia. Senti que estava muito molhada e disse que queria meter de novo com o cara, já que eu estava ali eu teria que ver como ele a comia.
Rumei minha língua para seu rabinho apertado, lubrifiquei, ela pôs uma camisinha em mim e bombei forte, como se faz como uma verdadeira garota de programa, senti que queria mais e perguntei se ela havia aguentado a tal rola grossa no rabo. Me confidenciou que num ato de puro tesão e sem pensar na dor, ela mesma tirou o pau dele da boceta e rumou para o ânus, pressionando para entrar, mas sem lubrificação não conseguia. Mas o comedor estava preparado, lubrificou com gel seu ânus e o pau amigo e começou a estocar com cuidado. Minha esposinha disse ter visto estrelas quando a cabeça entrou, e ele pressionava para enterrar tudo dentro. Com cuidado ela o recebeu no rabo com requintes de prostituta, fazendo sexo anal e o beijando na boca até ele desfalecer com uma jorrada de porra em sua língua.Depois disso tomaram banho juntos e foram embora.
Estava consumada minha tara e a dela.Só faltava dividir ela ao meio numa transa a três. Logo mais à noite saímos para um barzinho próximo e o professor logo apareceu. Sentou-se do outro lado da mesa, deixando-a no meio de nós dois, como pressentindo o que mais tarde aconteceria na intimidade. Trocamos altos papos e segredos, ele disse que havia apreciado muito minha esposa, parabenizando-me por ter alguém especial como ela, principalmente no quesito sexo.
Não demorou muito, a convite de Mary saímos eu ela e Marcel para um motel. Chegando lá, enquanto fechava o carro e o portão do local, os dois entraram e ao adentrar fui surpreendido pela cena dela o chupando vigorosamente na entrada do quarto, olhou-me e ao chegar perto foi abrindo minha calça enquanto continuava a chupá-lo e abocanhou também o meu pau, que a esta altura já estava uma rocha, enquanto tocava uma punheta para o amigo, que, convenhamos, tinha uma pica realmente grossa e mais, maior em tamanho do que a minha. Ela ora me chupava ora o engolia sem nenhum pudor na minha frente.
Disse então que queria ver ele comento minha gatinha. Após ela vestir nele uma camisinha, que deu um certo trabalho para caber, de pronto começou a estocá-la na minha frente, vi aquela bocetinha rosadinha sendo arrombada por um mastro que ela realmente merecia levar. Rumei meu pau para a boca de Mary que num gesto cego de tesão abocanhou com tamanha vontade enquanto eu sentia o vai e vem daquela penetração vigorosa, minha esposinha Mary sendo comida na minha frente com a minha participação.
Após um tempo troquei de posição e passei eu a meter por trás, enquanto ela tinha os seios chupados pelo comedor, que encontrava-se sentado no sofazinho do hall de entrada. Tirou meu pau de sua boceta e sentou sem dó no caralho do amigo, fazendo ele sumir em sua bocetinha apertada. Quase não acreditava que minha recatada esposa prestava-se a tamanha sacanagem, sentada no caralho de um amigo que conhecera há pouco e, já que a situação pedia, vesti uma camisinha pequei o lubrificante e enquanto ela ainda metia cavalgando, começei a introduzir meus dedos pelo seu cuzinho que nesse momento já se encontrava laceado pela transa passada
Puxei ela de lado, introduzi com carinho e comecei a bombar segurando em seus cabelos enquanto ela beijava Marcel que, empurrado por ela, caiu sentado no sofá e eu, sendo puxado por ela para frente, enquanto permanecia engatado nela, senti ela sentando naquela pica grossa dentro da buceta. Tamanha pressão e tesão a fizeram-na gozar e gritar enquanto eu bombava mais por trás, sentia o volume dentro de sua vagina crescer, aos poucos entrou tudo e ficamos nós dois, cada qual em sua posição, deliciando-se de ter o controle da situação. Ela no meio de nós dois, sendo duplamente penetrada, envolta em tesão, liberada para o sexo, minha esposa, uma verdadeira amante dando conta de dois machos ávidos por sexo. Isso durou algum tempo, revezando-nos nas estocadas alternadas, ora por trás ora pela frente, até que não resisti e gozei.
Ato contínuo ela se desvencilhou do colo do amante e ficou de quatro me chamando para ver a peripécia que faria em seguida. Abrindo a bunda com as duas mãos recebeu o pau do amante no rabinho que, ate´então, eu sentia apertadinho, mas como num ato de mágica, aquela rola grossa possuía totalmente as entranhas de minha mulher, agarrada pelos cabelos e sendo deflorada sem piedade. Eu assistia a tudo e não pude resistir à tentação de tirar fotos da rola enterrada no rabo de minha amada.
Ao final ele tirou a camisinha e despejou todo o gozo no rosto e na boca de Mary que lambia sua glande como num ato de agradecimento por tê-la feito puta diante de seu marido.
Eu, como bom marido e amante, vendo isso e já de pau duro incitei-a a masturbar-me com a boca e também despejei todo meu gozo em sua garganta, fazendo-a engolir tudo, como presente por ter realizado meu fetiche.
Fomos embora, eu e ela satisfeitos pela transa e o professor, com o dever cumprido diante de uma aluna tão aplicada.
Depois disso nossa vida sexual melhorou muito, confiamos mais um no outro. Somos abertos e sinceros no sexo. Queremos mais transas desse tipo, porém ainda não encontramos pessoas tão maduras e especiais como o professor dela. Quem sabe um dia surja alguém…

O início das aventuras de Adriene, minha esposinha

O início das aventuras de Adriene, minha esposinha

Adriene, quando casamos, já era excessivamente atraente. Loira falsa, 1,70 de altura, 64 kg, rosto bonito, seios e quadris 44, cinturadinha, coxas grossas, pernas e pés bonitos, era uma mulher linda. Carinha de criança, apesar de ter vinte e poucos anos, mas corpo de fêmea já adulta. Deliciosa na cama, fazia tudo o que eu, seu marido há poucos meses, pedia. Chegou, um dia, com carinha de safada, e disse que queria conversar comigo. Contou que sempre teve a fantasia de transar com dois homens ao mesmo tempo (o que mais tarde eu descobriria que ela já havia feito – e muito), se eu deixaria. Fiquei excitado com a idéia, e disse a ela que concordaria, mas teria que ser com alguém de confiança do ponto de vista de sigilo, e de higiene sexual. Ela concordou e ficamos de pensar no assunto. A pessoa que me ocorreu foi um amigo meu, de muitos anos, que preenchia os dois requisitos de confiança. Quando comentei com ela, ela adorou a idéia e ficou excitadíssima com a escolha, pois ele é um cara extremamente bem apessoado.

Fui conversar com ele, que adorou a idéia, o que não me causou estranheza, pois ele sempre se mostrou interessado nela. Marcamos um sábado pela manhã, para que ele fosse em casa.

Neste dia, ele chegou, e ficamos sentados conversando, na sala, até que ela aparecesse.

Logo ela apareceu. Estava de micro saia preta de cotton, bem colada no corpo, sandálias de salto 10, também pretas, e uma blusa de linha branca, com um decote bem generoso, a lingerie preta, bem provocante, aparecendo por baixo. Os dois se beijaram no rosto, e ela veio se sentar perto de mim, os três extremamente excitados, mal conseguindo conversar. Conversamos amenidades, e depois eu comecei a chegar ao que nos interessava: “Jorge, você viu como ela está bonitinha?” Sorrindo, com cara de lôbo faminto, ele respondeu, “realmente, está muito bonitinha”. E eu continuei, “olha como o pezinho dela é bonitinho”, e pus o pé dela por cima do braço do sofá em que estávamos, que estava encostado na poltrona dele. Ele respondeu, “realmente, muito bonitinho”, e começou a acariciar o pezinho dela. “E veja, a perninha também é linda e macia”, e ele aproveitou a deixa, começou a acariciar a perna dela, confirmando que realmente era linda e macia. E eu continuei, “e ela tem coxas muito macias”, acariciando as coxas dela. Aí ele se levantou, se joelhou no chão na frente dela e começou a acariciar as duas coxas dela, levando a micro saia mais para cima do que já estava e, de vez em quando, relando suavemente na xoxotinha dela. Carinhosamente, eu abri as pernas dela para que ele a acariciasse, o que ele começou a fazer, inicialmente por cima da tanga fio dental, e logo puxando-a para o lado, acariciando-a diretamente na xoxota. Rapidamente, ela acabou de abrir as pernas para que ele a acariciasse a vontade, foi se encostando no sofá, abrindo cada vez mais as pernas, enquanto ele metia um dedo em sua bocetinha, e ela pedia mais, depois mais de dois, e finalmente mais de 3, quando já estava toda arreganhada para ele, ainda de joelhos diante dela, com grande parte da mão dele enfiada dentro dela, enquanto ela se retorcia toda, e ele continuava a masturbá-la, com toda vontade, fazendo com que ela tivesse ali seu primeiro gozo com ele. Em seguida, ele a pegou pela mão, e a convidou a se levantar. Ficaram os dois se abraçando, se beijando, e ele encoxando ela, por trás e pela frente, e dizendo a ela que há muito tempo ele esperava aquilo. Entre amassos, abraços e beijos, ele tirou toda a roupa dela, deixando-a só com as sandálias de saltos 10, colocou-a sentadinha no sofá, e deu seu cacete para que ela mamasse, o que ela começou a fazer cheia de vontade, até que ele encheu a boquinha dela, e ela engoliu tudo. Foi até o banheiro, desfilando deliciosa só de saltos, lavou o rostinho, passou pelo quarto, vestiu um baby doll e voltou para a sala. Ele já havia me pedido licença, eu o encaminhara ao quarto de hóspedes, aonde ele deixara toda sua roupa, voltando para a sala só de cueca – aliás, bastante volumosa. Quando ela chegou, estava ele de cueca, e ela volta toda provocante, com um baby doll salmão, todo de renda, que eu havia dado a ela, e com outra sandália de saltos 10, agora creme, provocantemente amarrada por tiras até quase o joelho. O detalhe do baby doll é que ele não tinha calcinha, por isso dei de presente a ela. Todo transparente, por ser de renda, e sem calcinha, adivinhem como Jorge ficou, de novo… Excepcionalmente teso! Mal chegou à sala, ela se sentou ao lado dele, cruzou as pernas, deixando as deliciosas coxas a mostra, e começou a conversar como se nada houvesse ocorrido, os seios aparecendo quase inteiros. Ele, completamente teso, ela logo começa a acariciar o cacete dele por cima da cueca, conversando como se nada estivesse acontecendo, e logo depois pega direto nele, dentro da cueca, e começa a punhetá-lo. Ele a abraça, começa a beijá-la, acariciar os seios dela, e novamente enfiar a mão na bocetinha dela, totalmente desimpedida. Logo, ela arranca a cueca dele, ele tira o baby doll dela, e como não estão aguentando mais, vamos os 3 para a cama, em nosso quarto. Na cama, os dois se engalfinham, se beijam, se acariciam, e se masturbam, até que ela pede a ele: “penetre meu rabinho”, e põe-se de quatro, oferecida a ela. Passo a ele o frasco de ky, ele passa nele e nela, e a enraba, enquanto ela geme e se delicia, elogiando … “caralhão gostoso”, e continua gemendo, enquanto ele soca vigorosamente no rabinho dela. Logo, ela pede que eu entre por baixo, e pegue sua bocetinha, o que faço rapidamente. Levando na frente e atrás, ela fica enlouquecida, até que gozamos os três, quase ao mesmo tempo. Ela despenca na cama, desengata dos dois machos, e fica deitada, comentando, virada para ele, “como foi bom, sua pica é uma delícia”. Eles se abraçam, ficam se beijando, ela de costas para mim e dando toda atenção para ele. Logo, começa a acariciá-lo, primeiro pelo corpo todo, e depois se fixa no pau dele. E ele começa a enfiar, de novo os dedos na bocetinha dela, para o que ela abre bem as pernas, para facilitar. Começam a cochichar, os dois, e logo ela se vira para mim e pede se eu posso ir até a cozinha, pegar um tubo de leite condensado, e depois dar um tempo para os dois, e ficar na sala um pouco. Concordo, pego o que ela pediu e vou para a sala. Depois de umas duas horas, ele aparece na sala vestido, se despede de mim, e vai embora. Ela então me chama no quarto, e pede que eu me deite do lado dela. Está ainda nua, bem melada de porra por quase todo o corpo, marcas vermelhas de chupões, bocetinha bem vermelha por fora, tem também marcas de mordidas nos ombros, nos seios, na barriga e na coxas, no lado de dentro. Eu deito e ela me beija demoradamente, gosto forte na boca, que ela vai passando para a minha boca, junto com saliva. Pede, em seguida, que eu chupe sua bocetinha, o que faço com prazer, por bastante tempo, ela gozando mais duas vezes. Quando termino, ela pergunta: “percebeu que o gosto da minha boca era o mesmo da minha bocetinha? ” Respondo que sim, ela diz, “é de porra do meu garanhão, depois que você saiu do quarto, trepamos mais 4 vezes e não usamos camisinha, e de agora em diante será assim. Ele foi muito gostoso, muito viril, muito macho comigo, e não tive como recusar. Ele disse que se quisesse continuar ficando com ele, teria que ser sua cadelinha sempre que ele quisesse, nada de camisinha, teria que ficar ou sair sozinha com ele, sem você, e quando eu quisesse outros machos, ele chamaria amigos dele. Levou minha aliança embora, e disse ainda que ia mandar fazer uma igual, mas com o nome dele gravado, para eu usar. Dos vários machos que já me pegaram, ele foi o melhor, me deixou louca, e aceitei todas as condições dele. Portanto, a partir de hoje, você será um corno, nesta casa, querido e bem tratado, mas esperando, quando necessário, que sua esposinha atenda o garanhão dela e os amigos dele, e se acostumando a me encontrar com gosto de porra, concorda?” E concordei…

Casal em sexo a 3

Casal em sexo a 3

 

Esta é a primeira vez que escrevo, sou Leandro 31 anos e casado há 10 anos com Barbara que tem 29 anos, temos 3 filhos de 5, 7 e 8 anos, sendo de 7 anos a menina. Vou relatar um fato ocorrido há três anos, mais preciso no mês de março de 2010. Nossa vida de casal era bem normal, trabalho numa empresa de consultoria financeira e minha esposa é psicóloga, cuida da casa e trabalha duas vezes por semana no período da tarde, temos um ótimo relacionamento, ela é bem bonita, só que não tem nada de ?UDA? como já li alguns relatos, boazUDA, peitUDA, bundUDA, cuzUDA, bucetUDA e por ai. Ela tem 1,70cm pele branca, 62 kg, cabelos pretos compridos ate o meio da costa, olhos cor de mel, seios médios e com mamilos grandes, pernas bem torneadas, uma bunda deliciosa, buceta depilada e grandes lábios bem vermelhos e o que mais chama atenção em Barbara é sua boca muito linda. Como tudo aconteceu: na nossa empresa recebemos a visita de Rick, um Cabo Verdiano da ilha de São Nicolau. Ele é gerente de um banco em Cabo Verde, na qual nossa empresa da consultoria, ele ficaria uma semana aqui na empresa, na sua chegada nosso diretor pediu para que eu fizesse companhia a ele já que sou responsável pela consultoria do banco dele, recebi no aeroporto levando até a empresa e trabalhamos o resto do dia, já de tarde fomos tomar umas cervejas e após ele me pediu para mostrar um local pudesse dançar e ficar com alguma mulher. Deixei numa boate onde há grande concentração de garotas universitárias e moças afim de encontros. No outro dia passei no hotel para buscá-lo e ele disse ter se decepcionado com uma jovem que saiu com ele, pois saiu correndo quando viu ele nu com seu cacete de 32 cm, isso mesmo, ele me disse que tem um cacete de 32 cm quando ereto. Durante o dia ficamos trabalhando e deixei-o no hotel indo para casa, como faço todos os dias, brinco com as crianças, lanchamos e ajudo Barbara colocá-los para dormir, naquela noite fiz amor com minha deliciosa esposa e contei o ocorrido com Rick, na manhã ela me perguntou se ele tinha mesmo 32 cm, ficando curiosa, eu até brinquei com ela ?você quer ver ?, rimos do nosso papo e fui embora, mais um dia como os outros, então resolvi convidar Rick para jantar e marquei encontrar com ele no hotel, fomos toda minha família e apresentei a ele que foi muito gentil, no restaurante parecia que já conhecia minhas crianças há anos, pois brincou e se divertiu muito com eles. Disse que era solteiro e que adorava crianças e que brincava muito com os filhos de sua irmã. Na volta o menor já dormia no colo de Rick então convidei-o para ir até nossa casa conhecer, chegando Barbara foi colocar as crianças para dormir e logo estava de volta, nós bebíamos whisky e falávamos sobre seu país. Logo Barbara já perguntava sobre o cotidiano da ilha e ficamos bem à vontade no papo. Ele pediu para ir ao banheiro e a Barbara rindo brincou dizendo para não urinar fora do vaso, completando, será difícil errar pelo que meu marido disse. Ele sorriu e entrou no sanitário, eu perguntei se ela estava doida, ela sorriu e disse ?calma amor só brinquei, não fique com ciúmes? eu disse não é ciúmes e sim para não deixar o Rick constrangido. Voltamos a falar de varias coisas, das belezas das praias de Cabo Verde e do nada eu falei de pronto. ?Rick a Barbara duvida que você tenha um cacete de 32 cm?, ficamos todos mudos por alguns segundos quando ele levantou normalmente e ficando em pé na frente de Barbara abriu o zíper tirando para fora um cacete negro e cheio de veias, ficamos olhando quando ele com maior naturalidade pega na mão de minha esposa e trouxe até seu cacete fazendo movimentos de punheta, ela me olhou como quem diz posso, como fiquei calado e paralisado ela pegou aquele cacete com as duas mãos e começou a punhetar fazendo ficar duro como uma pedra onde ela pode confirmar o tamanho, como eu não reagi ela então passou a chupar o cacetão do Rick, ela fechou os olhos e chupava toda a extensão desde a cabeça até os sacos, e assim engolia o Maximo que podia fazendo nosso amigo ficar mais tesudo ainda, ela ficou uns cinco minutos assim quando levantei e puxei ela pelo braço, ambos me olharam sem nada dizer, então peguei o Rick pela mão e puxando os dois entramos no nosso quarto, trancando a porta, falei aqui é mais seguro, as crianças poderiam acordar, essas foram as palavras que consegui falar até aquele momento, Rick então levou Barbara até a cama e começou a tirar suas roupas deixando-a nua e logo ela tirou as roupas do Rick, os dois me olharam e apenas dei uma piscada para ela como dizendo faça tudo meu amor, eles começaram a se chuparem e trocaram um beijo de língua que me deu um certo ciúme daquela cena, pois os dois pareciam um casal de namorado, minha esposa abria sua boca deixando Rick enfiar toda a língua e depois ela fazia o mesmo enfiando sua deliciosa língua na boca de Rick que dava umas mordidinhas deixando ela molhadinha, voltaram a se chuparem e logo estavam num 69 onde Rick chupava a buceta de Barbara e ela engolia o que podia daquele cacetão, alguns minutos depois ele posicionou ela na lateral da cama ficando em pé e ela de quatro bem empinada deixando sua buceta bem exposta, então me posicionei do lado e vi uma cena que até hoje não me sai da cabeça, ele apontou seu enorme cacete na buceta de Barbara e foi penetrando bem de vagar, era uma visão incrível, a bunda branquinha de minha esposa e aquele cacete negro entrando na buceta vermelhinha, ele enfiou uns 23 cm quando começou a tirar e assim ficou metia e tirava fazendo vai e vem e cada vez entrava mais, ela se posicionou de maneira mais confortável para que pudesse receber tudo dentro e após alguns vai e vem vi seus testículos batendo na bunda de Barbara que gemia alto e pedia mais, sei que ela agüentou tudo por que o cacete dele tem a mesma espessura do meu, como ela gritava e gemia alto lhe dei um beijo de língua para dizer o quanto lhe amava e também para abafar seus gemidos que poderiam acordar as crianças, peguei um travesseiro e coloquei em sua boca onde ela gemia muito e abafado pelo travesseiro. Rick ficou uns 15 minutos naquele vai e vem fazendo Barbara ter vários orgasmos, quando sacou todo seu cacete e deitando fez minha amada esposa cavalgar naquele cacetão deixando sua linda bunda exposta, foi ai que Rick sem nada dizer, apenas começou a abrir a bunda de Barbara de forma que seu cu ficou bem aberto e dando uns tapinhas como quem diz, vem nesse cu, eu entendi e como estava de pau duro fui penetrando meus 19 cm naquele cu, Barbara foi ao delírio de rebolava como uma vadia, como ela estava de frente com Rick e começaram a se beijarem mais um vez me deixando outra vez com ciúmes e comecei a socar com força naquele cu delicioso enquanto ela tinha o cacete dele todo atolado em sua buceta, logo gozei loucamente naquele rabo delicioso e cai do lado vendo ela deixar escorrer toda minha porra do cu e cavalgar o cacetão de Rick, ela subia seu corpo tirando quase todo o cacete e sentava rebolando até sentir as bolas dele na bunda, ficaram mais algum tempo quando ele segurou firme em sua cintura e gozou, gozou muito, ela saiu de cima dele deixando toda aquela porra sair de sua buceta, ele deve ter gozado uns 400 ml de porra, era muito abundante, dava para encher uma latinha de coca-cola. Ela deitou sobre meu corpo e me beijou muito gostoso, beijava e falava bem baixinho no meu ouvido, eu te amo, eu te amo muito, ela estava com a respiração ofegante do esforço que fez transando com nosso amigo que também estava cansado ao lado, ficamos parados por uns 30 minutos quando Rick passou a mão na costa de Barbara e alisava sua bunda, ela virou para ele e lhe beijou e começaram a namorar, beijavam passavam as mãos um no outro, chupavam os corpos simultaneamente até que Rick já estava recuperado e começou mais uma vez fuder a buceta da minha amada esposa, que gemendo pediu para que eu metesse no seu cu que fiz prontamente, desta vez demorei mais para gozar naquele rabo delicioso enquanto Rick continuava metendo em sua buceta, deitei do lado deles enquanto ela ficou de quatro enquanto Rick metia seu cacetão ora na buceta ora no cu fazendo revezamento que deixava ela louca e tendo vários orgasmos. Não sei como ele conseguia manter a ereção, eu como estava já cansado fiquei imóvel do lado vendo os dois divertindo, eles transaram por uns quarenta minutos quando ele gozou na sua barriga, peitos, ela caiu desfalecida nos meus braços e dormimos, quando acordei fiquei olhando ela toda lambuzada, fui ao banheiro e depois acordei Barbara para me ajudar a cuidar das crianças, ela me beijou, acordou Rick com um beijo, ele foi ao banheiro enquanto ela me beijou e disse, cuide das crianças que vou dar um trato aqui entrando no Box e ajoelhou levando o cacete de Rick até a boca tentando engolir aquele cacetão que já estava duro feito pedra, sai para cuidar das crianças, já estávamos tomando café da manha quando entraram na cozinha, juntaram se a nós e fomos embora, durante o dia nada comentou, quando voltei para casa fui recebido por Barbara como nos dias anteriores e após lanchar e colocar as crianças para dormir ela tomou um banho demorado e ainda enrolada na tolha me pediu: ?amor posso sair essa noite?, perguntei sai a onde? ?vou sair com o Rick, já combinei com ele, vamos num motel, preciso gritar muito dando pra ele?, concordei e fiquei olhando ela vestindo com um conjuntinho de lingerie minúsculo vermelho dando contraste com sua pele branca, tipo fio dental deixando sua bunda toda a mostra, colocou um vestido tubinho bem curto deixando suas pernas a mostra, do tipo que ela usava quando solteira. Fez maquiagem e me beijou saindo ao encontro de seu amante. Foi duro dormir naquela noite ali sozinho e pensando o que os dois estavam se divertindo, na manha ela não havia chegado e já na empresa passava das 9 da manha quando Rick chegou, me cumprimentou e nada mais falou sobre a noite com Barbara, passava das 3 quando Barbara me ligou, pediu para pegar as crianças na casa da minha sogra o que fiz após sair do trabalho e deixar Rick no hotel. Em casa ela me contou que foi uma noite incrível e me mostrou os peitinhos com marcas de chupões e uma marca na bunda, disse que Rick é muito tarado, já estava colocando as crianças para dormir quando Rick chegou, ela sorriu e foi recebê-lo, logo estávamos os 3 na nossa cama e mais uma noite de muito sexo, e como na primeira noite eu gozei duas vezes e fiquei observando eles transando muito, Barbara gozava como nunca tinha visto e falava coisas sem nexo e Rick penetrava seu cacetão na buceta e cu de Barbara, não sei o que ele faz, sei que ele demora muito para gozar e esta sempre de pau duro. Outro dia, tudo normal, trabalho, casa, só que mais uma vez ela me pediu para despedir dele num motel, só que eu teria que estar junto, levei as crianças na sogra dizendo que sairia com Barbara para uma festa, e peguei Rick no hotel, em casa Barbara estava linda, usava uma blusinha transparente com um sutien vermelho Tb semi transparente e uma saia longa e bem rodada com uma abertura lateral que deixava suas pernas a mostra. Saímos e ela me pediu para ir a um local que eu desconhecia, era uma boate que estava lotada, ficamos os 3 dançando num local mais escuro que ela escolheu, então ela me beijava de língua e depois beijava Rick da mesma forma, algumas pessoas ao lado notavam a excitação e minha esposa, eu não me importava já que não conhecia ninguém, o clima foi aumentando ao ponto dos dois trocarem caricias mais quente e as outras pessoas que ali dançavam tinham algumas vezes a visão da minúscula tanguinha fio dental de Barbara que só pensava em divertir e demonstrar a todos que estava com nos dois, as horas passaram e ela disse, vamos embora to com enorme tesão, no motel ela me pediu que observasse os dois sem participar, disse que tentaria repetir o que fizeram na noite anterior, eu topei e vi o quanto ela estava com tesão, pois em alguns instantes tive que colocar os travesseiros nos ouvidos para diminuir o som dos gemidos e gritos de tesão dela que urrava tanto que parecia estar sendo estuprada, fiquei vendo os dois por mais de 3 horas e não resisti, ela cavalgava naquele cacetão deixando sua bunda em minha direção, eu que já tinha batido duas punhetas estava com o pau duro e segurando-a pela cintura posicionei o cacete no seu rabo, ela me pediu para sair e disse que não iria participar aquela noite, então Rick lhe deu um beijo tão ardente me provocando ciúmes que sinto quando vejo o carinho dos dois e pediu, deixa querida seu maridinho participar, ela olhou para mim e disse vem amor mete na sua putinha e assim eu fiz fazendo mais uma DP com minha amada esposa e seu amante cacetudo. E como o tesão era grande gozei e deitei do lado vendo eles fuderem por mais algum tempo e caírem exaustos onde dormimos, ao acordar nos despedimos com mais uma DP e levamos Rick até o aeroporto, nossa rotina voltou, só que agora nossas transas eram mais quentes e constantes, sim minha esposa ficou muito fogosa depois do Rick. Tente falar com ela sobre o acontecido e ela dizia,? amor vamos mudar de assunto, assim você me deixa com saudades do Rick? , passado alguns meses me disse que tinha uma surpresa, tirando debaixo do travesseiro uma passagem e seu passaporte para Cabo Verde, disse que o Rick havia lhe enviado as passagens e que só iria se eu aprovasse, aceitei e ela ficou 20 dias em Cabo Verde com seu amante cacetudo, neste mês de agosto/2011 fui pela oitava vez receber minha esposa no aeroporto, sim ela já viajou 8 vezes para Cabo Verde e nosso amigo Rick já retornou 2 vezes aqui no Brasil. E mesmo sem as crianças saberem o que acontece, quando o Rick vem ao Brasil, se hospeda em nossa casa e as crianças o tratam como um tio e por isso somos felizes e peço para quem gostou o mesmo que não gostou que entre em contato para dar suas opiniões. Ela disse que tem um caso especial na sua terceira viagem que só vai contar pelo e-mail, to louco para saber o que foi, já que nem pra mim ela contou. Um abraço a todos.

2 deliciosos gatos de Paraty p/mim

Estava de férias e fui para Paraty em uma excursão cheia de mulheres de meia idade, 45-60 anos eu era a unica gostosinha do pedaço, no auge dos meus 29 anos, 1,65m, 54kg. Em um passeio pela cidade, conhecemos uns nativos q só queriam ficar perto das mulheres porque tava na cara, nas roupas e tudo o mais q tinhamos grana. Eram uns 5 rapazes, todos na faixa de 18-20 aninhos e liiiiiiiiiiiiindos! Eu nao tava ali pra paquerar, mto menos meninos, porque eu sempre gostei de homens mais velhos e independentes. Eu sou louca por sexo, gosto de transar sem medo, pelo menos 1 vez por dia, bem dado, mas tava jejuando porque havia terminado relacionamento de 4 anos. Apesar d lindos, eram burrinhos, mesmo assim, nos divertimos com a humildade deles na praia, enchemos a cara de bebida e os convidamos pra 1 festinha na pousada, q tava tomada pela nossa turma. Eles apareceram na hora marcada, levaram mtas bebidas… era a vez d eles nos encharcarem…. 1 gordinho pegou 1 amiga e começaram a se beijar na beira da piscina….tiraram a roupa e passaram a dar uns amassos na agua… foi mto excitante, e eu ali, ao lado de 2 gatos, 1 loirinho e 1 moreno, IRMÃOS!!!!! A velharada foi indo embora, e nos ali, naquela conversinha safada…. mas eu tava encenando, nao tava com a menos vontade, sem paciencia, na verdade, com aquelas cabecinhas vazias…. tentei me despedir e ir pro meu bangalo, o mais distante da pscina, mas eles nao me deixavam ir…. pedi q me preparassem caipirrinha e fugi dali… corri pro meu quarto, mas a surpresa foi qdo eu cheguei a porta e acendi a luz…. o loirinho, safadinho, ja tava me esperando, masturbando aquele pau enorme, rosa e sem nenhum pelo……omo eu recusaria, ele era muito lindo e eu adoro 1 pau de branco. Perguntei se eu poderia mamar aquela delicia, ele disse q sim e enquanto eu chupava, foi tirando meu vestido e molestando minha xana… eu tava mto bebada, mto louca, mas queria ta atenta a tudo. Ele me virou de costa e dei de frente com o irmão, moreno, sentado na rede da varanda, tocando punheta. Me deu medo, porque eles tbem estavam loucos, e no bangalo ao lado estavam minhas patroas (q merda de coincidencia). Eu nao podia recusar a aquela diversao e os convidei para entrar. De cara, me jogaramm na cama e começaram a me chupar, sem nenhum pudor… aquele cheiro bos, peles macias, jovens, e sem pelos, barriga tanquinho, bundas duras, me desejando… o moreno meteu a lingua no meu cuzinho, e eu gritando, querendo levara a pica na bunda, e o loiro, mordiscando meu grelo, metendo o dedo la dentro, e com a outra mao, apertando meus mamilos. Liguei o home theater e coloquei um trance altíssimo, pra poder gritar muito, eu sou escandalosa qdo extremanemte excitada… louca, derramei caipirinha no meu corpo e a coisa ficou mais quente ainda, eles sugavam, como bebes famintos, como viciados em alcool, eu gozava, gritava, gemia, tremia muito e pedia para q os 2 parassem, mas eram 2 meninos teimosos….. pareciam querer em matar MESMO de tanto prazer…. mas nada de enfiarem o pau em mim…. Eu ja nao estava segurando mais a barra, e gritei q ou enterravam a pica em mim, ou eu ia sair dali gritando q estava sendo estuprada. Eles viram q eu falava a verdade, a tortura ja durava uns 40 minutos. O moreeno me carregou pro banheiro, sentou-de sobre o vaso e me encaixou, deliciosamente sobre seu pau…. delicia, delicia, eu dei meu show, cavalguei, arranhei aquele peito lindo e tatuado, beijei sua boca, chinguei, puxei seus cabelos, enquanto ele mamava meus peitos e continuava enfiando o dedo no meu cu. Eu gritei pelo loiro, q tava recostado na pia, logo atras de minha bunda, punhetando… meu deus, como eles conseguiam ereção por tanto tempo???? eu tava adorando, e mandei que ele lubrificasse meu cu com um óleo q tava no box, ele veio como um lobo, fogoso, ee enquanto eu fodia com o moreno, me penetrou a bunda muito tesudo, e eu no meio daqueles 2 deuses…. o loiro puxava pra tras, o moreno pra frente, mamava mamava meu peito, puxava meu cabelo, os paus escorregavam porque eu ja tinha gozado muuuuuuuuuuuuuuuuuitas vezes. e eles naaaaada, minhas pernas ja estavam doloridas, ms minha buceta e meu cu nao. Fui arrastada pro chuveiro e eles continuavam a meterola…gozei, e eles achavam aquilo omaximo, acho q nunca tinham estado com uma mulher de verdade, derramaram shampoo e enquanto estocavam minha xana e meu botao, saia bolhas cheirosas. O loiro me virou de cabeça pra baixo, e voltou a meter a lingua na minha buceta, enquanto eu mamava sua pica vermelha, e o moreno agora veio meter a lingua no meu cu, q tava todo exposto, com mta força…. a maratona ja ia pra 2 horas, quando finalmente anunciaram q iriam gozar. Os 2 quase q simultaneamente gozaram, mas nao na minha boca, foram percorrendo o enorme quarto, jorrando porra pra todos os lados…. foi muito louco, porque o pau nao amolecia e eles queriam mais. Eu quase desmaiei, tava mto bebada e sem forças, mas tinha 1 barra de chocolate em cima do frigobar e pedi q eles derretessem nos paus e eu chupei, sem dó de mim mesma, ate nos 3 gozarmos, desta vez, a ultima. Gente, foi muuuuuito bom, dormimos os 3, molhados de suor, cheiro de vodka, energetico, chocolate, oleo shampoo, e porra, muita porra e umas 15 camisinhas espalhadas pela varanda, quarto, sala e banheiro do bangalo. Só no box do banheiro eram 4 camisinhas. Nunca mais tive 1 experiencia tão hardcore assim, mas os safadinhos foram tao experts q eu nao tava nem pouco dolorida. Toammos o cafe no quarto, eu queria mais, mas eles tinham q ir trabalhar, e prometeram voltar na noite seguinte. Se voltaram, nao sei, porque eu ja havia fechado a conta na poudada e as 10, fui embora pra BH, antes q a direçao da pousada me fudesse devido a zorra q havia sido a madrugada….

Carnaval entre Amigos

Carnaval entre Amigos

Me chamo André 1,75, corpo legal casado com Márcia, morena, cabelos pretos lisos muito gatinha, temos um filho e alguns casais de amigos. O que vou narrar agora é uma história verídica e que mudou nossas vidas, nós somos casados a seis anos e antes de casar namoramos cinco anos, nós transamos muito de todas as posições, mas de forma um pouco tradicional, no carnaval agora de 2011, viajamos eu minha esposa e mais dois casais Pedro e Ana (Pedro, bonito e legal um pouquinho acima do peso e Ana que é muito bonita morena tipo bundão, coxas grossas, seios pequenos e rostinho de adolescente), e Rodrigo e Bárbara (Rodrigo tem 29 anos, alto, tipo militar e Bárbara uma mulher bonita, mais está com um pouquinho fora do peso, com uns peitões muito bonitos) para um chalé do tipo granja, onde tinha piscina, churrasqueira etc, fomos fugir um pouco da folia de Recife. Deixamos nosso filho com os pais de Márcia que ficaram em Recife, mais sem ir pra o tradicional carnaval, conhecemos os dois casais de longa data pois sou contador e tanto o Pedro quanto Rodrigo estudavam na mesma faculdade que eu e saímos diversas vezes juntos mesmo antes de nos casar, então temos bastante intimidade e nossas esposas também uma com as outras. Fomos os primeiros a chegar no chalé no sábado de manhã e escolhemos nosso quarto que ficava com a janela de frente para piscina mais com a cortina o tempo todo fechada, Pedro e Ana chegaram de 12:30 eu já tinha colocado a cerveja pra gelar e estava preparando churrasco e Márcia cortava verduras para o vinagrete eles escolheram um dos quartos que davam vista para o estacionamento colocaram roupa de banho e vieram para a área de lazer, Rodrigo e Bárbara chegaram de 16:00 e o papo já estava bom todos na piscina e tomando cerveja, também trocaram de roupa e vieram para a piscina o papo já rolava solto homens na churrasqueira e mulheres dentro da piscina, foi quando a Bárbara que estava com vergonha de seu corpo (porque estava um pouquinho cheinha) se levantou para ir ao banheiro com um biquinizinho com um decote bem generoso, que dava pra ver um pouco dos seus seios fartos, na mesma hora seu marido para levantar a sua moral começou a assoviar e gritar gostosa, e ele ficou bem sem graça pedindo sua canga, eu e Pedro um pouco tontos já por causa da bebida, dissemos a Rodrigo que besteira da Bárbara de ficar com vergonha com todo respeito ela está muito bonita e muito gostosa, ela ficou com mais vergonha ainda, nisso o Rodrigo vai lá e dá uma beijão de cinema em sua mulher e arranca a canga dela para ela ficar mais a vontade, o que aumentou o clima de todos, depois disso peguei minha esposa e inventei uma desculpa qualquer para chamá-la para o nosso quarto, quando chegamos no nosso quarto começamos a nos amassar e Márcia teve a idéia de olhar pela janela/cortina para ver o que eles estavam fazendo, foi aí que Rodrigo chamou Bárbara também para o quarto deles e ficou só Pedro e Ana pensando que ninguém os observava, apagaram a luz da área de lazer e ficaram se beijando na piscina, só que deixaram a churrasqueira queimando e as chamas da churrasqueira iluminava os dois na piscina, que começaram a se amassar o que deixou Márcia doidinha de tesão, olhando ela segurou na minha pica com tanta força que fiquei com a mistura de dor e tesão e já um pouco alta por causa da bebida me pediu pra come-la de quatro enquanto olhava a amiga sendo bolinada pelo marido, Pedro afastou um pouco a parte de cima do biquíni de Ana e começou a chupar seus pequenos seios e afastou de lado sua calcinha e deu para ver encaixando sua piroca na buceta de sua esposa dando estocadas até gozarem, eu metia cada vez mais forte na xoxota da minha esposa com muito tesão na cena que estava vendo e ela gritava muito olhando para o nossos amigos ali transando na nossa frente e sem saber que estavam sendo vistos, foi muito gostoso nossa transa, depois do sexo deitamos juntos e começamos a conversar meio envergonhados com a situação mais ainda muito excitados, e ela me perguntou:

– você ficou doido com o que viu, gozou como nunca.

– E você também ficou muito excitada, imaginou ficando no lugar da Ana?

– Não você é que ficou excitado imaginando chupando os peitos bem durinhos da Ana.

E começamos a rir nos dois bem excitados e nos beijamos, e começamos a transar loucamente de novo, mais excitados ainda, nunca tinha tocado nesse tipo de assunto com minha mulher mais resolvi deixar rolar.

No sábado de manhã acordamos por volta das 10:00 hs e fomos para uma lagoa perto da granja, tinha muitas pessoas na lagoa, tomamos um banho pra tirar a ressaca e voltamos para a granja para preparar o almoço e começar de novo o churrasco, foi passando o dia e ninguém todos conversávamos sobre todos os assuntos menos sexo, parece que foi combinado que só tocaria nesse assunto mais tarde depois de todos começarem a beber e ficar mais a vontade, lá pertinho de anoitecer começamos a falar sobre Bárbara que sempre foi a mais envergonhada de todas e ela falou:

– Realmente sou muito envergonhada, quem não tem vergonha é a Márcia pois ontem escutei os gemidos altíssimos dela no quarto ao lado meu marido ficou louco quase acaba comigo.

Nisso todo mundo riu muito e a Márcia ficou vermelha e falou:

– Também com o show ao vivo que Pedro deu ontem na piscina com a Ana quase que o André me rachava no meio, foi a pimenta do tempero ontem, André quase delirava olhando para os peitos da Ana.

Nisso todo mundo caiu na gargalhada de novo, e o clima ia esquentando. Ai Pedro retrucou:

– Nessa eu sai perdendo vocês me viram transar, viram os peitinhos da Ana e eu não vi nada, queria ver vocês transando também e para ficar justo ver os peitos da Márcia.

Eu aproveitei a situação e falei, é realmente seria justo, para surpresa inclusive da Márcia.

Nisso Rodrigo entra na conversa:

– E eu, também não vou ver nada não? Vão nos deixar de fora?

E Bárbara completa:

– Ontem vocês já olharam muito para mim, foi o dia das mulheres hoje é o dia dos homens.

Foi quando Rodrigo que estava um bem quente mergulhou na piscina tirou a sunga e começou a balançar no dedo, as mulheres imediatamente olharam para a parte de baixo da água querendo ver alguma coisa, o que não dava para ver muito bem pois a água não era muito limpa, todas elas começaram a dizer que eu e o Pedro também deveríamos pular, que não era justo, etc.

– Fui o primeiro a pular e tirar também o meu short com a cueca e jogar para fora da piscina, e em seguida o Pedro fez o mesmo. As esposas do lado de fora estavam conversando entre elas mais os olhares disfarçados eram intensos querendo ver nossas partes íntimas.

– Foi quando Bárbara teve a idéia de pegar toda a roupa e colocar bem longe para que agente saísse da piscina pra pegar, e mais uma vez Rodrigo deu o primeiro passo, com um pau duro por causa da situação, saiu da piscina arrancando gritos e muiiitos olhares para o pau dele que era um pau maior que o meu tinha uns 18cm, foi lá na churrasqueira e colocou a sunga que ficou apontando para o céu pois o pau estava em riste, eu segui depois e mais uma vez muitos olhares e gritinhos de êhhhhh, êhhhh, com os meus 16cm de pau, coloquei só a minha cueca não coloquei mais o short não tinha mais sentido, e logo depois foi Pedro com sua rola também de uns 16cm mais muito grossa, também saiu sobre gritinhos de êhhhh êhhhh e muitos olhares, também vestiu só a sua cueca e já chegando e beijando a Ana com muita gula, pegando ela pela mão e seguindo para o seu quarto, peguei minha Márcia também pela mão e fui seguindo atrás deles em direção ao nosso quarto Pedro estava abrindo a porta no corredor quando nos viu e disse deixa a porta aberta, pois hoje é minha vez de espiar e riu. Nisso a Márcia apertou forte minha mão e trincou os dentes de nervoso, abrimos totalmente a cortina e vimos Barbara de costas para Rodrigo e de frente para nós roçando a bunda no pau de Rodrigo que beijava seu pescoço e sua orelha, quando viu que agente tava olhando foi tirando o biquíni de Barbara que segurou um pouco no mesmo momento retirei a parte de cima do biquíni de minha esposa deixando aqueles peitos com bicos pequenos e pretos a mostra ela estava louca muito excitada, quando olho para o quarto vizinho está Ana completamente nua muito linda com a xaninha bem depiladinha só com um pouquinho de pelo em cima e Pedro beijando ela toda e olhando para agente com o pau na mão, Márcia tirou toda a roupa com a sua buceta grande e cabiluda ficou de costas para mim para poder ficar de frente ao quarto em que estava Pedro e Ana e colocou todo meu cacete dentro de sua xana, quando olho no corredor vejo Rodrigo e Barbara vindo nus para o nosso quarto me deu um frio no coração, não sabia o que fazer, ela sentou do nosso lado na cama e ele ficou em pé do nosso lado com aquele pauzão bem perto da boca de Márcia pois ela estava de costas para mim e com a cabeça para o final da cama olhando para Pedro e Ana, Barbara começou a chupar o pau de Rodrigo do nosso lado não conseguia colocar todo na boca pois era um pouco grande, me levantei e fui para a frente de Márcia e pedi para ela chupar o meu também lado a lado com Rodrigo, Pedro e Ana também vieram para nossa cama e ficaram na mesma posição, sentada e pois a rola de Pedro na boca, deitei Márcia e comecei a chupar a sua xaninha, Rodrigo colocou Barbara de quatro que ficou com os peitos bem pertinho de mim e de Márcia, enquanto Ana ainda chupava com vontade o pau de Pedro, gozamos muito nessa posição, depois termino de contar o resto de nosso carnaval espetacular.

Tão bom…

Tão bom…

Meu nome é Ernesto e a história que vou contar aconteceu em 2011. Sempre tive vontade de transar com duas mulheres, mas sou casado e não tenho intenções de trair minha esposa. Minhas fantasias são ditas prá minha mulher e ela até fantasia junto comigo, mas na real não sabemos se faríamos. Nossas fantasias quase sempre tinham uma amiga dela de curso como uma das protagonistas.
Num dia qualquer, essa amiga que morava em outra cidade nos liga e disse que iria nos visitar. Minha imaginação foi a mil. Quando ela chegou eu estava trabalhando e fui vê-la apenas mais tarde. Conversávamos na sala e tomávamos vinho e cerveja. Dentre tantos saiu um assunto sobre sexo. A amiga de minha esposa comentava de um namorado que não apreciava muito sexo…….. Meu pau começou a ficar duro vendo ela contar e imaginando eu, minha esposa e aquela amiguinha dela.
Minha esposa e sua amiga logo notaram minha bermuda subindo, mesmo eu tentando disfarçar. Fiquei espantado quando minha esposa disse:
Meu amor, mostra ele prá gente! Sua amiga ficou meio sem graça, mas ficou calada. Comecei a abaixar minha bermuda e meu pau logo deu um salto prá fora. Elas pareciam sedentas vendo aquele pau duro e grosso na frente delas.
Minha esposa disse:
Quer experimentar? E sua amiguinha logo caiu de boca e passou a dividir com minha esposa, tinha pau prá todas!
Tiramos as roupas e comecei a chupar a bucetinha doce de nossa amiga, enquanto minha mulher me mamava, hummmmmm
Depois elas trocaram, eu chupava a bucetinha da minha esposa e nossa amiguinha mamava deliciosamente.
A amiguinha não resistiu e pediu prá ser comida e minha esposa autorizou e ela assentou no meu pau e começou a galopar, enquanto minha esposa assentava na minha cara.
Era tudo que eu sonhava: uma bucetinha para o meu cacete e uma bucetinha para minha boquinha.
Elas trocavam toda hora de lugar até que não agüentava mais e gozei na boquinha delas……..hummmmmmmm foi bom demais….
Somos amigos até hoje e se ficamos sós o negócio pega fogo.
Tchau!

Exibindo-se para peões

Exibindo-se para peões de obra

Oi, meu conto trata de exibicionismo para 2 peões de obra.
Meu pai havia adquirido um apto na zona central de Bel Horizonte e como curso arquitetura na UFMG, sempre que tinha oportunidade visitava a obra do Apto com meu pai ou com minha mãe…
Tenho 19 anos e adoro usar roupas curtas, seja blusinhas, shorts ou saia e sempre que visita a obra, observava os olhares dos peões tanto pra mim como pra minha mãe… meu pai ficava doido com aquilo e sempre nos dizia que deveríamos utilizar roupas menos chamativas, mas eu adorava os olhares… inclusive me masturbava pensando como eles queriam poder se apoderar da minha xaninha.
Um dia fomos apenas minha mãe e eu, com um catalogo de cores de tinta para analisar qual quarto seria pintado de qual cor. Já na entrada do edifício ouvimos o comentário “estão chegando a mãe e filham gostosas do 3o andar”.
Ouvir aquilo me deixou de pernas tremulas, minha mãe fingiu não ser com ela. Ah… esqueci de comentar, minha mãe é linda mesmo, meu pai teve muito sorte, e sem querer me gabar, filha de peixe peixinho é, também sou bem elogiada.
Como não poderia deixar de ser estava eu vestindo uma mini-saia com uma blusinha branca soltinha (sem sutiã) que ressaltava os biquinhos de meus seios.
Chegando no Apto estavam lá 2 homens trabalhando, um negro alto de mais ou menos 35 anos e outro homem branco de 25 à 28 anos.
Fomos então visitando os cômodos que estavam prontos, o closed da suite dos meus pais já estava praticamente pronta esperando apenas pela pintura, minha mãe recebeu uma ligação e foi atender na varanda, neste momento eu estava no closed sobre uma escala aproximando o catalogo de cores do gesso do teto, tentando identificar uma cor melhor para a pintura. Quando dou por conta os dois homens estavam olhando por baixo de minha saia, fiquei vermelha na hora.
O homem negro falou que tinha ganhado a aposta, onde disse que eu estava usando calcinha de cor branca e que era de tecido e nao de renda.
Nossa, aquilo me deixou se fala, não sabia o que dizer, fiquei travada na escada, nem descia e nem pedia para que eles parassem de me analisar.
Fiquei com tesão queria ser observada ainda mais, então dei uma risadinha e disse que a calcinha era pra combinar com a blusinha branca. Então o mais jovem disse que se era pra combinar deveria ficar a mostra, e antes mesmo de terminar a frase foi levantando minha saia, e como não poderia ser diferente tocou minhas coxas e subiu até a bundinha, nossa enlouqueci.
Perguntei então pra eles se poderia me ajudar na escolha da cor do gesso, então levantei os braços e meus seios ficaram quase que todo aparente. Olhei pra baixo e vi que o homem negro estava com seu membro duro dentro da calça. Foi o maior volume que já vi… Neste momento ouvi passos se aproximando então me contive, eles entraram para o banheiro, no mesmo momento que minha mãe entrou no closed, eu ainda estava com a voz tremula mas pude disfarçar bem…
Bem, este foi meu conto… Não precisa dizer que a cada visita ao Apto em construção, aproveitava para me exibir.

Minha mulher com outro no escritório

Minha mulher com outro no escritório

Num dia desses encontrei a chefe da minha mulher, em casa. Tinha ido jantar. Quando minha mulher foi ao banheiro, a chefe perguntou para mim se eu sabia que ela estava me traindo. Eu disse que não, que botava a mão no fogo por ela. Mas como ela insistiu, perguntei como ela poderia provar. Ela disse que se eu quisesse, poderia ir na empresa e ficar escondido no escritório, local onde se realizavam os encontros.
Então eu fui e me escondi na sala de reuniões, que tinha uma janela de vidro espelhado para a sala de espera. Minha mulher então apareceu com um outro funcionário, depois que todos tinham saído. Ele era um amigo nosso, já tinha ido em casa com sua mulher. Os dois tiraram a roupa…e ela começou a chupar o pau dele, de joelhos. Ele afagava a cabeça dela, de encontro ao pau. Ela lambia saco, bolas…eu fiquei paralizado. Mas o certo é que fiquei com tesão enorme, olhando. Ela pareceu sempre tão angelical, casou virgem…e agora estava ali nua e chupando o pau de um outro homem na minha frente, sem saber.
Ela ficou de 4, então…ele a comia e batia na bunda, forte. As palmadas faziam barulho. Ele a chamava de puta. Ela gemia e dizia para meter gostoso. Eu estava nu dentro da sala de reuniões trancada por dentro, me masturbava e me deliciava com a cena.
Ele comeu-a de todas as formas, ela fazia tudo de um jeito que nunca tinha visto. Ele gozou …e espalhou a porra no corpo dela. Depois fez ela lamber o pau mole, cheio de esperma. Eles desceram do prédio e foram embora.
Cheguei em casa um pouco antes dela. Perguntei como foi o dia e ela disse tudo normal. Eu ia falar o que presenciei, mas me contive, não sei bem porque.
Depois do jantar, tentei fazer sexo com ela, mas ela disse que estava sem vontade. Como insisti, ela transou comigo. Nem tinha se lavado. Foi um tesão para mim. Lambi seu corpo todo, a comi de 4 enquanto pensava nela com o outro. Gozei….e ela também.
Fui dias e dias seguidos à empresa, ver minha mulher trepar com o outro. Eu adorava. Nem sempre minha mulher queria transar em casa, dizia-se cansada. Então eu me masturbava no banheiro pensando nela com o outro. Pensava nela de 4, chupando e cavalgando. Nele gozando em seu corpo, no buceta e nos seios que agora eu lambia. Ela com a boca chupando o pau dele, boca essa que me beijava agora. Até que um dia ela saiu do emprego.
E pararam de se encontrar, acho. Não a segui e, para dizer a verdade, esse caso com ela me deu muito tesão. Para a chefe, disse sempre que nunca vi nada. Que queria voltar para poder ter certeza se me traía, mas sempre eu dizia que não tinha sido essa vez, que ela estava vendo coisas. Mal sabia que eu me deliciava com isso. Ela nua com outro homem, sentindo outro corpo sobre o dela, sendo possuída por outro.
Nunca contei a minha mulher que soube de tudo. E, para ser sincero, queria vê-la com outro novamente.