Área Free

Minha mulher com outro no escritório

Minha mulher com outro no escritório

Num dia desses encontrei a chefe da minha mulher, em casa. Tinha ido jantar. Quando minha mulher foi ao banheiro, a chefe perguntou para mim se eu sabia que ela estava me traindo. Eu disse que não, que botava a mão no fogo por ela. Mas como ela insistiu, perguntei como ela poderia provar. Ela disse que se eu quisesse, poderia ir na empresa e ficar escondido no escritório, local onde se realizavam os encontros.
Então eu fui e me escondi na sala de reuniões, que tinha uma janela de vidro espelhado para a sala de espera. Minha mulher então apareceu com um outro funcionário, depois que todos tinham saído. Ele era um amigo nosso, já tinha ido em casa com sua mulher. Os dois tiraram a roupa…e ela começou a chupar o pau dele, de joelhos. Ele afagava a cabeça dela, de encontro ao pau. Ela lambia saco, bolas…eu fiquei paralizado. Mas o certo é que fiquei com tesão enorme, olhando. Ela pareceu sempre tão angelical, casou virgem…e agora estava ali nua e chupando o pau de um outro homem na minha frente, sem saber.
Ela ficou de 4, então…ele a comia e batia na bunda, forte. As palmadas faziam barulho. Ele a chamava de puta. Ela gemia e dizia para meter gostoso. Eu estava nu dentro da sala de reuniões trancada por dentro, me masturbava e me deliciava com a cena.
Ele comeu-a de todas as formas, ela fazia tudo de um jeito que nunca tinha visto. Ele gozou …e espalhou a porra no corpo dela. Depois fez ela lamber o pau mole, cheio de esperma. Eles desceram do prédio e foram embora.
Cheguei em casa um pouco antes dela. Perguntei como foi o dia e ela disse tudo normal. Eu ia falar o que presenciei, mas me contive, não sei bem porque.
Depois do jantar, tentei fazer sexo com ela, mas ela disse que estava sem vontade. Como insisti, ela transou comigo. Nem tinha se lavado. Foi um tesão para mim. Lambi seu corpo todo, a comi de 4 enquanto pensava nela com o outro. Gozei….e ela também.
Fui dias e dias seguidos à empresa, ver minha mulher trepar com o outro. Eu adorava. Nem sempre minha mulher queria transar em casa, dizia-se cansada. Então eu me masturbava no banheiro pensando nela com o outro. Pensava nela de 4, chupando e cavalgando. Nele gozando em seu corpo, no buceta e nos seios que agora eu lambia. Ela com a boca chupando o pau dele, boca essa que me beijava agora. Até que um dia ela saiu do emprego.
E pararam de se encontrar, acho. Não a segui e, para dizer a verdade, esse caso com ela me deu muito tesão. Para a chefe, disse sempre que nunca vi nada. Que queria voltar para poder ter certeza se me traía, mas sempre eu dizia que não tinha sido essa vez, que ela estava vendo coisas. Mal sabia que eu me deliciava com isso. Ela nua com outro homem, sentindo outro corpo sobre o dela, sendo possuída por outro.
Nunca contei a minha mulher que soube de tudo. E, para ser sincero, queria vê-la com outro novamente.

Doces Pezinhos

Doces Pezinhos

Eu tinha 19 anos na época primeira experiência sexual e abusada. Minha vizinha tinha a mesma idade que eu, mas ela tinha um corpo de uma mulher, foi em um final de semana que tudo aconteceu, os pais dela foram viajar e minha vizinha teve que ficar por causa das provas, sabendo disso fui lá para ver se ela precisava de algo, quando cheguei lá, la estava ela com uma camisola, que deixa as pernas dela à mostra.
Quando vi aqueles lindos pés, tratei de sentar perto deles, e como quem nao quisesse nada me oferici para fazer uma massagem, e ela concordou, e eu como nao sou bobo tratei de pegar aqueles lindos pezinhos e fazer a melhor massagem que eu jah tinha feito.
Ela estava com cara de quem estava gostando, quando ela de repente vira pra min e fala “Vc gosta de olhar e tocar nos meus pés não é?
Eu tentei falar alguma coisa mas não consegui… fiquei calado como quem não estivesse escutando foi quando ela puxou os pés dela, levando um deles a minha boca e falando “vc quer beija-los, cheira-los, entre outras coisas.
Foi quando não pensei duas vezes começei a beijar aqueles lindos pezinhos que estavam diante de mim e daí em diante não me aguentei, tirei a calça e começei a foder ela ali mesmo, coloquei ela deitada de modo que seus lindos pezinhos ficassem na minha boca e foi quando tive a ideia de jogar minha porra por todo o corpo dela…
“Uma loucura”. Quando eu gozei, fomos nos limpar e fizemos isso até seus pais voltarem de viagem.

Tentação de Menina…

Tentação de menina…

Olá, tenho mais de 40 anos e saio com uma gatinha que desde os 20 anos sempre me atentou o juízo. Ela é uma menina linda que hoje conta com 25 anos, porém tem as feições e expressões de uma menininha de 18. Ela é muito sensual além de deliciosamente preparada.

Vamos ao conto:
Estava em casa e como sempre qdo ela aparece aqui no Rio (ela hj mora em Minas), ela me fez um contato telefônico e fui ao seu encontro, saímos e fomos até um local reservado em um bairro próximo, lá chegando começamos a nos beijar e enquanto isso eu já descia a sua blusa lentamente e pegava em seus seios, bolináva-os e sentia os bicos entumecidos e ficava dando beliscadinhas neles e ela delirando.
Coloquei ela por cima de mim e esfreguei-a com força em meu pau q estava duro como uma rocha, enquanto isso afastava a sua calcinha e enfiava um dedinho em sua xaninha e fazia movimentos circulares, e com um outro dedo eu penetrava o seu rabinho e dava leves estocadas, e ela delirando em meus dedos e enchendo-os com seus sucos, enquanto isso, a danadinha já havia tirado o meu pau pra fora da bermuda e me batia uma punheta deliciosa. Eu lambia seu pescoço e ela viajava, e eu já me preparava pra por a camisinha, qdo o guarda que rondava o bairro bateu no vidro do carro e nos avisava que não poderíamos ficar por ali. Fomos embora para o meu prédio e ficamos namorando no corredor, quando ela ficou de joelhos e começou a me pagar um boquete delicioso, me fazendo delirar, ela ia da base ao talo com muita precisão e dava algumas chicotadas com a língua na cabeça da minha rola, e enquanto isso me batia uma deliciosa punheta, bem devagarinho, e quando começou a acelerar o ritmo da mamada e me masturbando com vigor , não resisti e jorrei minha porra toda em seus seios e rosto e ela espalhou tudo, lambeu parte e disse com os olhos cheios de água que me amava e que seria pra sempre minha amante….

Fudendo gostoso por email

Fudendo gostoso por email

Ola pessoal meu nome é Paulo Ricardo e adoro contos. certo dia em meu trabalho onde recebo inumeros e-mails tinha um que me chamou muito a atenção, era de minha namorada. No dia anterior ela havia me prometido uma surpresa por e-mail achei que fosse um cartão erotico ou contos com fotos que normalmente ela manda para mim (somos um casal muito aberto e participamos do swing a algum tempo)
O e- mail dizia:
Oi meu docinho,não esqueci do sexo por e-mail q te prometi não, é q naquele dia q falei isso com vc (q ia abalar seu monitor com minhas letrinhas, ia fazer um estrago) foi o dia q trabalhei até tarde e não entrei na net………+ vamos ao q interessa meu gostoso namorado e amante virtual e real….

Como eu falei to a muito tempo sem chupar essa tua rola saborosa, agora fecha os olhinhos, imagina e somente sente…. uma observação, depois q vc ler é q deve fechar os olhos pra poder pegar no teu caralho muito delicioso + pegar com vontade ele na tua mão e começar a bater aquela punheta gostosa pq eu vou te chupar e te lamber muito (sinto o gosto do teu cacete na minha boca) é uma delícia.

Imagina vc deitadinho na cama, eu vou chegando e falo cheia de tesão p/vc……. Paulo vem me comer vem? vem me fuder vem? eu vou tirando a sua roupa td ofegante, te querendo, te desejando…….
Vou abrindo sua calça e introduzo minha mão bem suavemente p/ q não machuque o bichinho bem quentinho q esta adormecido e q vai despertando com o calor da minha mão, ele começa a se erguer de seu esconderijo provando q está bem vivo e cheio de carinho e amor p/me dar…. ele estremece e se sobressalta com o calor da minha boca da minha língua passeando por esse bichinho muito gracioso q vc tem, passo a língua nos seus colhões……. hum! q delícia de saco….. chupo a cabeça deliciosa do seu caralho q vai soltando um líquido muito gostoso, saboroso, vou passando minha língua e lambendo esse delicioso licor, vc continua deitado eu passo minhas pernas por cima e sento em cima pego na tua vara saborosa e falo:
_____Paulo……. me fode…. me come…… me faz mulher…….

Vc vai penetrando, metendo, enfiando esse teu caralho bem lá dentro da minha buceta vagarosamente e eu vou gemendo de prazer, te apertando……. vou mechendo bem devagarzinho com minha buceta toda molhadinha e encharcada de muito tesão….. vou te acariciando, mechendo, gemendo, falando q quero q meta +q soque td até as bolas, q vc é meu homem, q o teu cacete é uma delícia e q quero q vc me coma muito….. quero todo o teu pau, vou acelerando, te abraço, te beijo, te desejo, já não aguentando comecei a gozar e vc disse q ia gozar tb, pedi p/vc derramar td o seu leite dentro da minha boca, então vc pegou seu pau de dentro da minha buceta e gozou bem lá dentro da minha boca e eu ia engolindo cada gota da tua porra deliciosa, vc meu doce gemeu de muito prazer e eu enxuguei a última gota da tua porra com minha língua….. fui ao delírio com o seu leite quentinho……. depois tomamos banho e adormecemos bem juntinhos.
Gostou meu doce? espero q sim Beijinhos muito gostosos e muito docinhos pro Paulinho q é meu namorado, meu amante, meu macho muito delicioso.

Strip Poker

Strip Poker

Foi um jantar de fim de semana com um casal de amigos dela. Ficamos bebendo, conversando.
Lá pelas tantas, começamos a jogar cartas. Jogando e bebendo, começamos a falar bobagens e sobre sexo. Aí partiu a sugestão, não sei bem de quem, que poderíamos jogar um streep poker.
Estávamos embalados pela bebida e falamos que quem perdesse teria que ir até o fim. Teria que ficar nu e ainda inventamos que teria que desfilar. Quem perdesse teria que tirar a peça da roupa pedida, não a que quisesse. Começamos.
Eu perdi os sapatos e a camisa. A Vera, namorada dele, os sapatos. Ele teve que tirar o relógio, os sapatos. Minha esposa teve que tirar o sapato e a camisa.
O jogo continuava e lá pelas tantas, encorajados pela bebida e animados, vi que minha esposa estava de calcinha e sutiã somente. Perdeu o sutiã e recebeu aplausos e elogios dele…
Vera riu, minha esposa estava embaraçada. O namorado de Vera estava só de cuecas, Vera e eu perdemos menos. Estávamos de calça os dois. E então minha esposa perdeu a última peça.
Os olhos de todos voltaram-se para ela. Eu excitadíssimo. O outro de pau duro, pelo volume da cueca. Minha esposa, então levantou-se e fez o desfile esperado. Passou na frente de todos e o outro não se conteve. Passou a mão…Vera também…seios…coxas…bumbum…minha mulher tascou-lhe um beijo na boca dele e apalpou o pau, por dentro da cueca. Falou que queria aproveitar também, por que não?
Entre risos de todos…Foi excitante.
Nas despedidas falamos que da próxima vez deveria Ter sexo…quem perdesse teria que transar.
Tivemos outros encontros, mas não jogamos mais, mas lembramos com brilho nos olhos da situação.
Eu e minha mulher transamos feito loucos naquela madrugada.

Transa no Cinema

Transa no cinema

Era uma noite de final de semana, pra ser mais preciso um domingo.
Minha noiva e eu resolvemos ir ao cinema, era pra irmos ao cine com filmes comuns, mas no meio do caminho mudamos de idéia, fomos para um cine pornô.
Deixamos o carro um pouco distante do local.
Entramos no cinema sentamos quase na ultima fila.
No decorrer do filme, observavamos as pessoas ao nosso redor, havia poucas mulheres, a maioria eram garotas de programa.
Estávamos excitados com o que víamos. Homens se masturbando, uma garota masturbava um rapaz, outros eram chupados.
Minha noiva colocou meu pau pra fora e começou a bater uma punheta, ela usa um vestido daqueles longos, daqueles que se usa no dia a dia. Coloquei minha mão em sua buceta, pude sentir o quanto estava molhada.
Um rapaz se aproximou, sentou-se na poltrona ao lado dela e ficou observando-nos. Não demorou muito para colocar o pau pra fora e começar a se masturbar também, no mínimo ele pensou que ela fosse uma garota de programa.
Minha noiva sussurrou para mim que estava ficando com vontade de masturbar os dois. Respondi que estávamos ali para nos divertir.
Colocando a mão de lado pegou o pau do rapaz, masturbava-nos com vontade, causando-nos muito tesão.
A mão do rapaz se encontrou com a minha na buceta dela, enfiávamos o dedo na racha quente e molhada.
Puxei a alça do vestido, deixando de fora seu peito, seu peito é grande com bicos duros, coloquei na boca, o rapaz fez a mesma coisa.
Ela nos masturbava enquanto nós chupávamos seus peitos e comia-mos sua buceta com o dedo.
A buceta dela é peluda, com a boca quente, seus pelos estavam todos molhados, nossas mãos espalhava o caldo que saia dela.
Notei que o rapaz tirou algo do bolso, puxou-a para fora da cadeira, ela ficou quase de pé, ele levantou os acentos das poltronas que ocupavam.
Sussurrou no ouvido dela, ela se ajoelhou, colocando meu pau na boca, seu vestido foi levantado, ajudei o rapaz segurando a calçinha de lado, deixando livre a boca da buceta.
Ele enfiou a rola nela, enfiava até o talo, a cada estocada ela engolia meu pau, abri seu rabo, ficando mais aberta a buceta.
Podia ouvir o barulho molhado da buceta dela quando ele empurrava a rola e tirava.
Ela chupava meu pau e batia punheta com ele na boca.
O rapaz a puxou pra trás enfiando a rola até o talo, notei que ele gozava, soltei minha porra na boca dela segurando sua cabeça e forçando a rola em sua garganta, joguei toda a porra em sua boca. Não teve jeito, ela engoliu tudo. Gozando com nós também.
Levantaram-se, sentaram-se nas poltronas, ela entre nós segurava os paus, com movimentos lentos nos masturbava.
Passando a moleza da foda, o rapaz sussurrou novamente ao ouvido dela, saiu indo embora.
Algum tempo depois nós saímos, como se nada tivesse acontecido.
No caminho para o carro, perguntei a ela o que ele havia dito antes de sair. Respondeu-me que ele perguntou o preço.
De volta para casa, ganhei mais uma punheta no carro enquanto eu dirigia.
Depois disto, muitas outras coisas aprontamos.
Chegamos a convencer um amigo que ela conheceu na época de escola a transar com ela, na casa dela, no sofá.
Bem mais isto já é outro relato.

Minha mulher…quem diria

Minha mulher…quem diria

Bom, antes de mais nada, gostaria de dizer que este relato é verídico e aconteceu há somente 6 meses.
Meu nome é Carlos, 29 anos, 1,83 m, tenho 4 anos de casado com a Paula, uma moreninha linda, de 27 anos, 1,63m, 53 kg.
Minha mulher sempre gostou muito de transar, mas nos ultimos anos, eu não sentia mais tanto tesão nela, já que quando éramos namorados, transávamos demais, 2 ou 3 vezes por dia.
Tudo começou quando eu comecei a sair com outras mulheres, a transar com outras mulheres e chegava em casa, ela queria e eu negava porque já tinha transado com alguém. Ela reclamava muito disso, ia dormir chateada e desconfiada.
Certo dia ela descobriu que eu tinha saido com outras mulheres, brigou muito comigo, ameaçou ir embora, mas eu consegui contornar a situação, mas já não mais a mesma coisa, ela sempre falava da minha traição.
Um dia, eu quis tratar de reconquistár-la, era sábado e ela tinha saído de compras, eu aproveitei, arrumei a casa, comprei vinho(ela adora vinho), e esperei ela chegar.
Quando ela chegou, achou estranho, mas gostou quando ela deu pra ela flores, bombom, coloquei música e chamei ela pra dançar. Comecei a beijar ela, a beijar a nuca dela e comecei a perceber que ela já estava excitada, então ela me disse: _ Se você tá querendo que fique tudo bem, vai ter que deixar eu dar pra outro também.
E eu sem ter o que fazer, falei que tudo bem e continuei tirando a roupa dela e beijando todo o corpo dela, logo tirei meu short, e pedi pra ela chupar o meu pau. Ela obedeceu, começou a chupar devagarzinho, olhando pra mim, já bem mais excitada, e mordendo bem suave na pontinha do meu pau.
Quando o clima começou a esquentar, a campainha toca, e ela, não parando de chupar meu pau, me diz: _ Pergunta quem é? E eu então, com a voz trêmula, pergunto: _ Quem é? _ É o William, responde. Era meu amigo William, que veio me chamar pra jogar o futebol clássico do fim de semana. Então, Paula olhando pra mim diz: _ Fala pra ele entrar. Eu não aceitei de imediato, falei que era meu melhor amigo e que não dava, não com ele. Ela, voltou a insistir: _ Quer que eu te perdoe, pede pra ele entrar e ver a gente transando! Resolvi aceitar, e falei: _Entra, William. Ele, então, entrou e se assustou com a cena. Sem ter reação, William falou: _ É… depois eu volto, então. _ Não, fique um pouco, disse Paula, que continuava chupando meu pau.
Eu não sabia o que fazer, e deixei rolar pra ver no que ia dar. Então, a Paula olhou pra mim com uma carinha de safada que eu nunca tinha visto na vida, e falou: _ Posso chupar o pau dele. E eu, que não sabia o que dizer, disse: _ Pergunta pra ele. _ Posso? perguntou a safada pro meu amigo e ele respondeu: _ Pode. Então ela se levantou, me deu um beijo na boca, me agradeceu e foi em direção do William ,abaixou o short dele, e comecei a chupar o pau dele, que já estava totalmente duro.
Então, Paula olhou pra mim e me perguntou: _ Gosta de me ver chupar o pau dele? E eu respondi: _ Tô só olhando, meu amor ! _ Vem cá, me disse Paula. E eu fui e ela comecei a chupar hora o meu pau, hora o pau dele. Logo ela virou pra ele e falou: _ Quero dar meu cuzinho pra você. Detalhe: ela nunca tinha me dado o cú. E eu falei: _ Peraí, o cú eu quero comer. E ela falou: _ Eu vou dar o cú pra ele, você deve ter comido um monte de cú por aí, seu vagabundo, agora cala a boca e olha sua esposa dando o cú pra outro. Daí, se virou pra ele, empinou a bundinha, e o William, até então sem dizer uma só palavra, comecei a enfiar o pau dele, que não era muito grande, no cú da Paula, que comecei a gemer e dizer: _ Ai, que gostoso, come, William ,come o cú da mulher do seu amigo e depois tira o sarro dele. Come, ai, que gostoso. E o William começou a aumentar o ritmo das estocadas no cú dela, que pra minha surpresa, gemia de prazer, o que é muito dificil pra quem tá dando o cú pela primeira vez. Enquanto isso, a Paula continuava chupando meu pau, e me pediu: _ Goza na minha boca, como você gosta de fazer, goza. E eu atendi seu pedido e gozei como nunca na boca dela, que engolia tudo enquanto recebia pica na bunda. Nisso, o William avisou que ia gozar e como malabarista, Paula se virou e foi receber mais pôrra na boca, abriu a boca e ele gozou dentro da boca, que também engoliu toda a porra dele. Terminada a foda, ela se levantou, me beijou e me disse: _ Agora, tá perdoado. Então, Paula foi pro banheiro, e eu fiquei sem ter o que falar pro William, que, então, finalmente, abriu a boca pra falar alguma coisa: _ Não se preocupa, não, meu amigo, que isso vai ficar só entre a gente. Então aliviado, fui jogar futebol. Depois disso, nunca quis trair a minha mulher, mas a minha mulher vive me pedindo pra eu deixar ela transar com outro. Vamos ver no que dá.

Vizinhos de quarto

Vizinhos de quarto

O que vou relatar provavelmente já aconteceu com todos casais. Mas aproveitamos a situação para apimentarmos nossa transa. Foi num fim de semana. Nos hospedamos, minha mulher e eu, numa pequena pousada nas montanhas. Passeamos pela cidade e, à noite, voltamos para o chalé. O chalé tinha dois quartos, um grudado ao outro, separados apenas pela parede de madeira. Na cama, depois da meia noite e ainda acordados, começamos a ouvir gemidos do quarto ao lado. No início, tímidos. Percebemos que era de uma mulher. Olhamos um para o outro e eu disse: estão transando. Até aí, ficamos curiosos. Depois, a cama deles começou a bater contra a parede, fazendo um barulho que denunciava o vaivém do corpo dele contra o dela. Cada batida da cama na parede equivalia a um gemido dela. E a coisa foi esquentando. Ela gemendo a falando alto. Ele também. Nós, do lado de cá, ficamos com tesão e começamos a transar. Eles do lado de lá, nós do lado de cá. Ela falava… me chupa assim…põe aqui…tira agora…me come de 4…essas coisas. Ouvíamos tudo. Nós ficamos excitados com isso. Parecia que estávamos ao lado deles. E estávamos mesmo, já que estávamos separados apenas pela parede de madeira. Gozamos quase juntos.

De madrugada, aconteceu de novo. Eles acordaram (e a gente também, por conta do barulho), a novamente ficamos excitados ouvindo eles transando. Desta vez, porém, a gente teve uma idéia: como dava para ouvir tudo, propusemos de fazer tudo exatamente como eles estavam fazendo, as mesmas posições, tudo. Mesmo se um não gostasse, faríamos, para saber o que eles estavam sentindo. Então começamos. A moça do quarto dizia – me chupa …enfia a língua na xana, vai amor – e eu fazia igual na minha mulher. A vizinha dizia – mete com força agora – eu metia com força. Vou ficar de 4…vem..me come… e era a vez de minha mulher fazer igual…agora de 4 e eu comendo. Acabei fazendo coisas que minha mulher adorou, mas pouco fazemos – fiquei lambendo o cuzinho dela, ela de 4, para comer depois, daí ela deitada de costas, pernas abertas, e dei muitos tapas na bunda dela. Ela falou que se sentiu como nun script de filme de sacanagem, onde a atriz é obrigada a fazer coisas pelo contrato, e que isso deu tesão. Ela, por sua vez, deu a bunda, coisa que não gosta tanto assim, e adorou quando o rapaz ao lado teve que lamber a buceta lambuzada de porra, já que ela pediu para ele fazer. Minha mulher falou que adora sentir a xana melada, escorrendo, e eu tendo que lamber. E adorou quando escutou a vizinha de apartamento pedir que fizesse isso. Disse que gozou quando ela pediu e depois de novo, comigo chupando.

No outro dia, no café da manhã, nos encontramos, apesar de só nos falarmos bom dia. Eles eram jovens, uns 20 poucos anos. Ela branca, cabelos escuros e compridos, seios generosos, alta e gostosa. Vestia uma camiseta onde eu via os bicos dos seios, eriçados pelo frio. Ele alto, cabelos negros, branco, olhos escuros. Minha mulher reparou em mim, olhando para ela e, acho que por causa disso, deu um jeito de esbarrar sua bunda nas pernas dele, perto da mesa do buffet do café da manhã. Percebi que ele ficou olhando a bunda de minha mulher. A verdade, porém, é que isso tudo nos deixou excitados. Nessa altura do campeonato, acho que eles escutaram a gente transando também. Nos olhamos com sorrisos e brilho nos olhos. Mas acho que nem estavam aí, nem sei se desconfiaram que a gente transou se excitando com a transa deles.

À noite, nova transa. Dessa vez tudo começou com um papai-mamãe. Os vizinhos de quarto continuaram com ela cavalgando o pau dele por longos minutos. Ela gemia e gritava. Falava todas as posições que queria que fizesse, bem alto. Acho que tinha tesão em saber que poderiam escutá-los. Terminamos com ela engolindo a porra do namorado do lado de lá…e minha mulher fazendo a mesma coisa do lado de cá. Sentíamos as mesmas coisas, ao mesmo tempo. Eu cheguei a imaginar comendo a vizinha e todos juntos, no nosso quarto. Foi uma delícia. No outro dia, eles perguntaram se a gente teve uma boa noite. Entre sorrisos, eles nos desejaram um bom dia e fomos todos embora para nossas cidades. Nunca mais me hospedei lá. Nem os encontramos. Foi uma transa gostosa e diferente, onde parecia que estávamos vivenciando os prazeres de outro casal, como se flagrássemos um casal transando. E, tendo que fazer tudo igual, nos forçamos a experimentar novas posições e prazeres, como se estivéssemos satisfazendo o casal ao lado, com os gostos e preferências deles, ao invés dos nossos. Assim, era como se minha mulher estivesse dando pra ele, e eu estivesse comendo a garota ao lado.

Quem sabe a gente se encontre de novo e a gente transe…dessa vez juntos ou ao menos nos vendo uns aos outros.

Na festa, minha mulher

Na festa, minha mulher

Eu e minha mulher fomos de férias , numa praia onde algumas mulheres faziam topless.
No segundo dia, ela acabou fazendo topless enquanto ficamos na piscina com novos amigos de viagem. O peitinho branco de minha mulher e seus mamilos rosados foram motivo de olhares desejosos dos homens ä volta.
A noite, o hotel fez uma festa. Minha mulher apareceu numa calca jeans e blusa decotada e transparente, que valorizava os seios bronzeados, agora. Comecamos a beber e eu fiquei conversando com os amigos. Como nao danco muito e minha mulher adora, nao fiquei com ciumes qdo ela dancava com outros homens. Mas acho que o efeito da bebida em nós e pelo fato de estarmos mais ä vontade pela viagem, ela acabou beijando um homem que a apertava contra o corpo. Só vi que ela sorria pra mim, meio com ar de provocacao e sem jeito, e depois, quando virei para ve-la de novo, ela sumia pelo corredor nos bracos dele. Fiquei sem reacao, sei lá…
Depois de umas duas horas, ela aparece no salao do hotel, me abraca e beija. Beija minha orelha e diz baixinho no ouvido que quer trepar comigo. Subimos ao quarto. No elevador, ela foi passando a mao em meu pau e me dizia, com seu jeito malicioso que tem quando está com tesao, que tinha acabado de passar a mao em outro pau… colocado ele na boca e muito mais… se eu queria saber tudo.
Enquanto apertava meu pau no elevador e me disse isso, fiquei com um tesao enorme. Nao sabia o q pensar ou dizer, mas meu pau duro dizia tudo por si só. O elevador parou e fomos ao quarto, ela tirando a roupa e me chupando o pau, depois de me beijar na boca. Tiramos a roupa e nos beijamos loucamente. Ela estava suada, cheirando a sexo, como qdo acaba de trepar comigo. Mas sabia q aquele cheiro era que tinha acabado de trepar com aquele homem q eu tinha visto. Ela comecou a contar tudo, detalhes. Como ela tinha chupado e como tinha dado pra ele. Como ele tinha comido o cuzinho dela, como ela tinha gozado e que ele tinha gozado umas tres vezes nela…no corpo, na buceta…na boca…e no final a porra escorrendo nas coxas, que ela ainda n tinha nem limpado.
Tudo aquilo deu tesao em mim. Fiquei louco. Queria fazer igual, melhor até. Tinha que provar para ela que faria melhor. Entao nós transamos muito. Ela me chupava, e depois eu a coloquei de 4 e chupei a buceta e o cuzinho. Ela gozou. Ela sentou na minha boca, eu meti a lingua… daí ela sentou em minha pica dura e me cavalgou. E terminamos com ela de 4, eu metendo com força. Gozei… a porra escorrendo pelas coxas…
Dormimos, ela com a cabeca aninhada em meu peito. Acordamos e fomos ao café.
O outro passou por nós, ollhou para ela e a cumprimentou. Minha mulher falou que ele fez ela gozar muito e que tudo foi muito bom. E me agradeceu por entender que ela precisa fazer essas loucuras de vez em qdo, e sabe que isso excita a nós dois. Sabe mesmo. Ela sabe como me excitar, e aceitar todas essas loucuras que faz…

Primeiro a fantasia… depois o real!

Primeiro a fantasia… depois o real!

Tudo começou com nossas fantasias, quando nós íamos transar, sempre a gente falava sacanagens um para o outro. A minha fantasia era ver minha esposa, uma mulher madura de 45 anos, mas ainda muito atraente, transando com outro.
Certo dia numa boate, decidi sem que minha esposa soubesse, que seria naquela noite que ela iria transar com outro e logo comecei a pensar qual dos rapazes na boate poderia realizar minha fantasia.
Um que dançava solto próximo à mesa em que estávamos era um grande candidato. No momento oportuno, convidei-o pra sentar em nossa mesa e começamos a beber e conversar. Depois de um tempo, tocou uma música suave e falei para minha esposa Thaís dançar um pouco com Otávio, este era o seu nome e tinha por volta de uns 20 anos. Falei baixinho no ouvido dela que não se preocupasse se ele lhe desse uns amassos, que ela deixasse rolar pois eu ia ficar observando e apreciando a cena muito excitado. E foi o que aconteceu, Otávio colou o corpo no dela e ela sentia o seu membro duro se esfregando nela. Após algum tempo quando voltou a tocar uma balada rápida, eles vieram para a mesa. Continuamos a conversar e depois levantei-me e fui ao banheiro, quando voltei fiquei escondido a alguns metros da mesa, observando o que poderia acontecer na minha ausência. Para o meu espanto eu percebi que a mão de Otávio estava alisando as deliciosas coxas de Thaís e ela meio sem jeito e temerosa deixava acontecer. Quando eu voltei, ela cochichou em minha orelha “ele está com as mãos em minha coxa, eu disse que já tinha visto e que ela podia passar a mão no pau dele se quisesse ela não se fez de rogada e executou a minha ideia.
Depois de um tempo, percebí que ela estava afim de alguma coisa a mais, resolvi convidar Otávio e minha esposa para que fossemos a um lugar mais sossegado, sem muita gente. Ambos toparam e saímos à procura de um lugar mais tranqüilo, mas naquela noite fazia muito calor e todos os barzinhos estavam cheios. Meu pau já estava duro só de pensar que outro iria comer minha esposa. Não agüentando mais de tanto tesão, sugerí que fossemos a um motel. Minha esposa não falou nada e Otávio disse que percebeu que a minha fantasia era ver minha esposa transar com outro.
Chegamos ao motel e a primeira coisa que fizemos foi tomar um banho de hidro para relaxarmos, dentro da banheira mesmo, começou a sacanagem, minha esposa sentou-se na borda da banheira e meu amigo começou a chupa-la, não agüentei de tesão e entrei para a festa também, comecei a chupar os seios dela, que estavam durinhos, uma delicia.
Saímos da banheira e fomos para a cama, minha esposa começou a chupar o pau do meu amigo e eu fui por trás e comecei a fode-la, ela gemia de tesão, nunca vi minha esposa tão feliz. Otávio colocou uma camisinha para fode-la e mais que rápido ele veio foder minha esposa. Como todo rapaz de repente ele gozou, Ainda não satisfeita minha esposa me disse que agora seria minha vez, coloquei tudo dentro dela e ela me apertava como nunca tinha me apertado antes, gemia muito e também me falava pra enfiar tudo e com força, não demorou muito e também gozei. Depois pedi pra que ela ficasse de quatro para Otávio comer a bunda dela. Otávio antes deu umas liguadas no cu de Thaís, deixando-a doida de vontade. Otávio penetrou-a levemente a bunda gostosa de minha esposa enquanto ela gemia tranzei, O gozo não tardou e veio forte, ele apesar de vigoroso, tombava ao lado já sem forças.
Descansamos durante meia hora e começamos tudo de novo, hora ele fodia, hora eu fodia, até que minha esposa não agüentou mais e pediu pra parar pois já estava com a buceta doendo de tanto meter. Falei para Otávio chamar um táxi pois eu e Thaís iríamos dormir por ali mesmo.
Confesso para vocês, quem tiver essa fantasia de ver a esposa transar com outro, realize. Vocês não imaginam o tesão que da em ver sua esposa sentar em outro pau.